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Resistências dos materiais

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Comentários: 4
Resistências dos materiais

A resistência dos materiais é uma das disciplinas estudadas no curso básico de Engenharia, baseando-se em análises de tensão e deformação conforme esforços aplicados em um determinado material; sendo utilizados para projetar estruturas, máquinas e equipamentos dos mais variados tipos.

O início das evidências do conhecimento deste campo se deu por meio das construções das pirâmides egípcias, contudo foi durante o renascimento (século XVII) que os estudos a respeito da resistência dos materiais, assim como as áreas científicas foram revividos.

Os primeiros trabalhos encontrados foram o de Leonardo da Vinci (1452 – 1519) que a partir de sua análise de resistência de vigas, observou as forças atuantes nas estruturas. Os romanos também ajudaram nesses estudos, aplicando- o em situações práticas com os monumentos e templos da época, que são mantidas até hoje.

Atualmente, todos os estudos relacionados à área de materiais são utilizados em especial na construção civil: em casa, prédios e pontes; dimensionando seus componentes estruturais de tal forma que suporte determinado esforço e condições que o material será aplicado.

Em uma peça estrutural também chamada de corpo, existe uma Tensão, ou seja, uma força aplicada em uma determinada área conhecida como pressão, conforme a equação:

Tensão= Força/Área = N/m2 = N/106mm2
Tensão= Pa(Unidade SI de Pressão)

A tensão é classificada a partir da forma que a carga é aplicada à seção, ou seja, tensão Normal ou Axial implica que a carga é penpendicular à seção e de Cisalhamento é aplicada em paralelo a seção. Além da tensão, um corpo pode sofrer modificações em determinados pontos de sua estrutura, conhecido como deformação.

Cada material pode sofrer um tipo de tensão e deformação conforme suas propriedades (como resistência a calor e corrosão);e de acordo com sua natureza, como: metais, ligas, madeiras, litoides, poliméricos entre outros; e conforme suas aplicações em vigas, pilares, treliças, barras e outras estruturas.

Sem dúvidas a Resistências dos materiais, assim como todas as áreas das ciências exatas foram desenvolvidas para auxiliar os seres humanos, em especial no desenvolvimento de construções mais seguras, ou seja, esforços que será aplicado e sustentáveis (materiais corretos para o determinado fim) utlizando o melhor custo- benefício para todos.


Bruna Miranda

Título: Resistências dos materiais

Autor: Bruna Miranda (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    31-07-2014 às 02:43:26

    Ainda bem que cada disciplina que estudamos tem um objetivo. Assim, sabemos o quão ela é importante para o aprendizado. Essa matéria de resistência de materiais é bem interessante e fundamental, visto que para construir prédios é preciso conhecê-la bem. Parabéns pela explicação.

    ¬ Responder
  • Aline Estéfane de Miranda

    16-09-2012 às 03:21:13

    Ainda não aprendi nada sobre essa matéria, mas futuramente gostaria de estudar por ser uma Área interessante.
    Seu texto ficou muito bom, parabéns!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoWallace Randal

    12-09-2012 às 14:00:21

    Tive esta matéria em um dos meus períodos de faculdade, e realmente é muito interessante estudar as propriedades dos materiais em escala nano métrica. E há também as forças externas que atuam em um corpo, como a tensão, que você mesma disse. Há outras forças, como a gravidade e a força normal, e todas são fundamentais para analisar um corpo. É uma área de estudo muito interessante.

    ¬ Responder
  • Wallace RandalWallace Randal

    10-09-2012 às 18:03:56

    Muito legal Bruna!

    ¬ Responder

Comentários - Resistências dos materiais

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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