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Plantas Carnívoras - Fascinante!

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Plantas Carnívoras - Fascinante!

As plantas que comem carne, necessitam de a ingerir para compensar nutrientes em falta que no seu habitat não existem. Em sítios paludosos, onde a escassez de certos minerais é significativa, é onde crescem a grande maioria das plantas carnívoras. Estas adaptaram-se ao sítio onde vivem ingerindo insetos que são ricos nos minerais que lhes fazem falta para conseguirem sobreviver.

Os jarros de água possuem muitas ascídeas, uma cavidade que se assemelha a um jarro vulgar, desta forma pode ter a sorte de capturar muitas moscas. Quanto mais ascídeas a planta conseguir fazer escorregar para o seu interior, onde encontram água e aí são dissolvidas formando o alimento que a planta necessita para sobreviver.

A erva pinheirinha orvalhada utiliza outra armadilha bastante engenhosa! As suas folhas contêm muitos pelos onde as moscas e os insetos pousam e as suas patas ficam agarradas num género de pasta colante que estes pelos que ela tem produzem.

A pinguícola contém armadilhas viscosas fatais e um brilho nas folhas douradas que atrai os insetos. Quando estes pousam para descansar, ficam colados às suas folhas. Assim que o inseto pousa na sua folha, esta planta jamais o deixa escapar. A ponta da folha enrola sobre o inseto, abraçando-o e envolvendo-o firmemente e inicia aí o seu jantar.

Estas plantas carnívoras desenvolvem mecanismos de aprisionamento que parecem mais vulgares no reino animal. No entanto, as suas características ainda constituem admiração por parte dos investigadores, que apreciam a forma evoluída e eficiente com que a planta consegue adquirir os minerais necessários à sua sobrevivência em locais onde eles não existem e na quantidade que elas necessitam para se sustentarem.

Ainda que os insetos possuam características evolutivas que poderiam permitir-lhes fugas a este género de predadores, de facto a beleza e a aparência pacífica e inofensiva destas plantas, além da forma despercebida com que elas crescem no meio da vegetação envolvente, fazem com que se tornem eficazes na forma e no desenlace do processo que constitui a sua dieta alimentar.

Algumas das espécies são, de facto, muito rápidas e letais na forma como capturam e digerem os alimentos. Se passarmos por elas devemos ter cuidado naquilo em que tocarmos!


Ruben Duarte

Título: Plantas Carnívoras - Fascinante!

Autor: Ruben Duarte (todos os textos)

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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