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O quotidiano feminino medieval

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O quotidiano feminino medieval

Quer fosse nos centros régios ou senhoriais, as mulheres viviam entre si. Passam o tempo em actividades femininas, como fiar, tecer e bordar. Não fazem destas actividades profissões, mas uma maneira de ocupar o tempo. Podiam também ocupar o seu tempo na leitura, a escrever cartas a familiares e amigos, ou em caso de já serem mães, ocupam o seu tempo com as crianças. Até aos dois anos, as crianças tinham amas-de-leite. Só a partir de então passavam aos cuidados totais da mãe. A partir do século XIV a mãe ensinava as crianças as primeira letras, assim coma as primeiras orações. Os rapazes ficavam ao cuidado da mãe até aos 7 anos de idade, porém as raparigas continuavam aos cuidados da mão até casarem e podiam ter perceptoras. Ao estarem com a mãe também aprendiam como gerir uma casa, dar ordens aos criados e tomar conta da contabilidade, os rapazes aos 7 anos iam para a parte do castelo reservado aos homens, onde aprendiam a montar, a manejar armas e a defenderem-se com o escudo. Exercitavam-se através da luta, da corrida e dos jogos de bola. Desde muito cedo preparavam-se para a guerra e para os jogos de cavalaria. Também faziam caça, principalmente de montaria, onde enfrentavam muitos perigos. As mulheres não participavam neste tipo de caça, mas podiam participar na caça de cetraria ou volataria. Caçavam com um certa opulência e bem vestidas. Estes divertimentos eram concluídos com banquetes.

Havia vários tipos de jogos: o xadrez, dados, as cartas e os famosos jogos amorosos. Estes estavam enquadrados numa sociedade que os casamentos eram arranjados em criança. Aos 7 anos confirmavam a vontade de realizar o casamento, e a rapariga com 12 anos e o rapaz com 14 já podiam casar. Exercia-se alguma pressão para aceitarem o casamento. Os filhos segundos excluídos das heranças tinham maior liberdade, como conquistar as donzelas. A ideia do amor cortês por a mulher provocar o cavaleiro, nunca envolvendo nada físico. Em Portugal, por exemplo havia cantigas de amor, amigo e escárnio e mal dizer. Os trovadores eram eles próprios da nobreza, e havia também jograis, que faziam a música, e as soldadeiras que dançavam. Nas cortes também tinha grande sucesso a historiografia: as crónicas e as biografias encomendadas pelos reis ou personagens da nobreza.

Daniela Vicente

Título: O quotidiano feminino medieval

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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