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O poder do amor!

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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O poder do amor!

O que é o amor? Segundo o dicionário de língua portuguesa o amor é um sentimento de afeto profundo por alguém ou por alguma coisa. Também pode significar compaixão e misericórdia. Existem vários tipos de amor. Amor físico ou amor Eros, amor platónico ou puro (amor entre irmãos, pais, tios, avós), amor de Deus, amor à vida, etc.O amor tem diversos significados.

Para mim o amor é a coisa mais bela que existe. De facto, ninguém existe sem amor. Se repararmos bem em tudo o que se passa à nossa volta, podemos constatar que a maioria das pessoas o procura de diferentes maneiras. O bebé que chora porque a mãe de repente não está mais ali, o pai que tem uma lágrima teimosa devido à partida do seu filho, o casal que se separa com um nó na garganta devido a circunstâncias diversas, duas grandes amigas que choram de alegria por se reencontrarem após anos sem se verem. Em todos estes casos o amor está bem presente. Até mesmo quem dele se afasta, ou simplesmente finge não amar ninguém, na realidade foge apenas por medo. Um medo terrível de amar e perder um grande amor. É impossível negar. O amor faz parte das nossas vidas desde que nascemos.




É por isso que o procuro. É um sentimento tão profundo que pode contagiar-nos e, de certo modo, podemos também contagiar os outros à nossa volta. Por outro lado, quando usufruimos deste sentimento de uma forma plena, podemos magoar-nos. E esse sentimento belo que nos encanta e que nos pode deixar tão alegres, pode também transformar-se em algo muito doloroso e até insuportável demais. Pois, ao sofrer por amor é que nos damos conta que que o amor é um sentimento tão frágil quanto nós. E por essa razão devemos trata-lo como se de uma rosa se tratasse. E tal qual uma rosa, o amor também contém espinhos. E são esses últimos que nos magoam e igualmente nos alertam para não cometermos os mesmos erros mais de uma vez. Concluindo, sem amor posso até existir, mas não vivo plenamente. Pois, a vida só faz sentido com emoções. E o amor é uma delas.

Além disso também podemos falar no poder que o amor tem referente à nossa autoestima e realização pessoal. Podemos sentir amor por aquilo que fazemos. Pelo nosso trabalho, pelas nossas realizações. Por exemplo eu amo a arte de escrever. Aliás, tenho uma paixão incrivel desde pequena pela escrita. Esse é outro tipo de amor, muito mais elevado na minha opinião.

Eu escrevi este post por causa de uma ideia que o meu amigo Jorge Nuno escreveu no seu comentário ao texto: “Temos um lobo dentro de nós”. Disse que andava a ler um livro de nome: “ O poder do Amor” de Vera Faria Leal, e que esse livro é uma fonte de inspiração. Assim, peguei na ideia e escrevi sobre esse tema universal que nunca se esgota: O amor. Quanto ao livro, ainda não o li, mas quando tiver oportunidade vou ler com certeza!


Jovita Capitão

Título: O poder do amor!

Autor: Jovita Capitão (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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