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O Fracasso Não É Permanente

Categoria: Outros
O Fracasso Não É Permanente

Todos nós já passamos por algum tipo de fracasso na vida. Pode ser um emprego desfeito, um negócio mal sucedido, a perda da sua riqueza, uma competição não vencida, enfim, cada um tem guardado essa experiência. Temos muitas e várias histórias de pessoas que tiveram ou se sentiram muito fracassados.

Uma sábia providência organizou os negócios da humanidade de tal maneira que todas as pessoas que chegam à idade da razão têm de carregar, de uma forma ou de outra, a cruz do fracasso.

Centenas de milhões de pessoas, hoje em dia, se encontram diante da necessidade de lutar sob o peso dessa cruz, a fim de poder conseguir as três necessidades fundamentais da vida: um lugar onde dormir, alguma coisa para comer e roupas para vestir.

Carregar a cruz da pobreza não é brincadeira!

O fracasso é geralmente aceito como uma maldição. Porém, poucas pessoas compreendem que o fracasso é um mal apenas quando aceito como tal, e muito poucos compreendem a grande verdade seguinte: o fracasso raramente é permanente.

Nenhum de nós pode torturar-se realmente sem se sentir humilhado e insignificante, quando se compara ao mundo que nos rodeia, às estrelas que brilham acima de nós e à harmonia com que a Natureza realiza o seu trabalho.

Para cada filho de homem rico que se torna útil à humanidade há noventa e nove que se elevam lutando com a pobreza e a miséria. Isso me parece ser mais do que uma mera coincidência.

Quase todas as pessoas que se consideram fracassados não fracassaram, na realidade. Na maioria das vezes, as condições em que se consideram como fracassos não são mais do que derrotas temporárias.

Por isso, ao fracassar em algum do seu empreendimento ou negócios, saiba que vai passar! Que essa derrota, esse fracasso é temporário e que não durará muito tempo. Que você pode agir em meio a isso, e continuar lutando para elevar o seu potencial mediante essas situações que te puxam muito mais.

É justamente nessa hora que a nossa força é estimulada e o desafio é posto em ação. Basta a sua mente não se deixar levar por isso. Levante a cabeça e prossiga para o seu alvo, sem esmorecer e muito menos, desistir!


Adriana Santos

Título: O Fracasso Não É Permanente

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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