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Judaísmo: O Muro das Lamentações

Categoria: Outros
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Judaísmo: O Muro das Lamentações

O Muro das Lamentações é para os Judeus o lugar mais sagrado da terra a que podem ter acesso. E é assim considerado por constituir o que resta do muro que cercava o antigo templo de Herodes, o Grande. Em acréscimo, o Muro das Lamentações é o local mais próximo do sancta sanctorum, ou seja, o «lugar mais sagrado entre os sagrados».

A vertente oeste do muro é o sítio onde tradicionalmente se fazem as orações. É por isso que o Muro das Lamentações também é denominado por Muro Ocidental ou, em hebraico, Hakótel Hama'araví. De facto, inúmeros fiéis judeus acorrem ao Muro das Lamentações para rezar e formular desejos por escrito neste lugar, onde, antes da reabilitação por Israel (depois da Guerra dos Seis Dias, em 1967), se depositavam lixos para incinerar. O costume de inserir um papelinho com petições nas fendas do muro remonta a muitos séculos. Neles, os Judeus suplicam o regresso de Deus a Israel, o retorno dos exilados judeus por esse mundo fora, a reconstrução do templo e a chegada do Messias judeu.

O Muro das Lamentações ou Muro Ocidental é o mais importante centro de religiosidade judaica e o espaço de reunião no Shabat e feriados nacionais, onde se fazem orações e se procede à introdução de adolescentes na lei dos Judeus. Na verdade, o que para estes representa o muro por excelência, Kotel, emblema da antecedente grandeza do templo, para os Cristãos significa o Muro das Lamentações, talvez por uma interpretação enviesada da comoção e do ritmo de oração dos que ali se deslocam. Não há dúvida que impressiona ver as atitudes e as vestimentas dos peregrinos e todos os rituais que vão acontecendo.

Na verdade, o lugar realmente mais sagrado da terra para os Judeus é a Esplanada das Mesquitas, mas aí não há acesso. Trata-se do local que alberga o primeiro e o segundo templos de Jerusalém, pertencente ao monte Moriá. O primeiro, mandado construir pelo rei Salomão no século x a.C., foi delapidado pelos Babilónios no ano 586 a.C., e o segundo, edificado pelos profetas Esdras e Neemias no período do exílio da Babilónia, foi alvo da destruição dos Romanos no ano 70 da era cristã, no decurso da grande revolta judaica. Consta que o imperador Tito, responsável pela demolição, resolveu deixar uma parte do muro exterior de pé para ser uma cruel lembrança de que Roma triunfara sobre a Judeia, tendo esta razões para se lamentar (de onde deriva o nome Muro das Lamentações). No entanto, os Judeus fizeram uma leitura diferente dos acontecimentos, vendo nesse pedaço de muro o cumprimento da promessa de Deus de que ficaria sempre de pé, ao menos, uma parte do templo, como sinal da Sua aliança perpétua com o povo escolhido.

Maria Bijóias

Título: Judaísmo: O Muro das Lamentações

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Imagem por: Dainis Matisons

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • edsom ferreira

    26-04-2015 às 20:18:28

    muito bom este estudo parabéns.

    ¬ Responder
  • fabiocunha

    29-11-2012 às 12:33:37

    Gostei mt e bem legal apredemos q nao e o todos falam e vdd e q isso e mt emportante para nos estudantes...
    E q isso faz parte da nossa historia.

    ¬ Responder
  • Carla HortaCarla Horta

    16-09-2012 às 22:37:10

    O seu texto está fantástico. parabéns. Muito boa informação bastante bem reduzida mas muito explicita. De facto o Muro das lamentações é um local com uma carga emocional e emotiva bastante forte.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoFernanda Oliveira

    11-06-2012 às 19:47:25

    Adorei o artigo! Precisava para uma pesquisa de Trabalho na Faculdade e só em Alguns pedacinhos que resumi consegui encontrar.


    Obrigada.
    Beijos, Fernanda Oliveira.

    ¬ Responder
  • vitoriavitoria

    04-04-2010 às 20:05:18

    amstend.very good

    ¬ Responder

Comentários - Judaísmo: O Muro das Lamentações

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A história da fotografia

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Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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