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Economia e Sustentabilidade: Troque suas Lâmpadas por Tecnologia Led

Categoria: Outros
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Economia e Sustentabilidade: Troque suas Lâmpadas por Tecnologia Led

Atualmente as tarifas de energia elétrica no Brasil estão ficando cada vez mais caras, e isso nos obriga a buscar soluções mais interessantes e criativas para reduzirmos o consumo de enrgia. Sem contar com o impacto ambiental que também influência diretamente na redução do consumo. Uma ótima alternativa para esse problema está na tecnologia de iluminação LED.

As lâmpadas LED eram muito caras e dificilmente encontradas no mercado, com isso sua aplicação se tornava inviável. Mas nos últimos dois anos, esse cenário começou a mudar. As empresas investiram mais em nosso mercado e hoje já encontramos lâmpadas com um custo mais viável para o consumidor brasileiro. Somente a título de curiosidade uma lâmpada LED de 7W / 10W pode custar de R$23,00 a R$40,00 e têm sua vida útil calculada em aproximadamente 15 anos.

Se fizermos uma conta simples, enquanto uma lâmpada LED estiver funcionando por 15 anos, provavelmente você trocará nesse mesmo período de 4 a 6 vezes uma lâmpada fluorescente (PL) ou de 8 a 12 vezes uma lâmpada incandescente, sem contar que as lâmpadas incandescentes estão sendo banidas do mercado. Em valores médios no período de 15 anos a lâmpada LED custará R$25,00, a fluorescente custará R$75,00 e o custo da incandescente será de aproximadamente R$82,00, isso significa que somente pelo ciclo de vida do produto já vale a pena investir na substituição da tecnologia.

Outra variável importantíssima é a redução de consumo que essa tecnologia proporciona, com base nas informações fornecidas pelos fabricantes, as lâmpadas LED consomem em média 90% menos que as outras tecnologias do mercado. Se levarmos em consideração que a iluminação representa cerca de 20% do custo conta de energia, as lâmpadas Led proporcionarão uma redução de aproximadamente 18% no valor nominal da conta de luz.
Em uma situação hipotética uma conta de luz de R$100,00/mês passaria a custar R$82,00.

Partindo do principio que uma casa tem em média 10 pontos de iluminação, a substituição de 10 lâmpadas LED custaria algo em torno de R$250,00 e com essa mudança geraria uma economia de R$18,00/mês.

Com isso poderíamos afirmar que o investimento na substituição das tecnologias geraria um retorno em aproximadamente 14 meses.

Investimento na troca: R$250,00 / Redução de consumo: R$18,00
Total de 13,88 meses

Trocando em miúdos, o investimento se paga de 12 a 16 meses.

Sem contar os benefícios do aumento de ciclo de via do produto e também de redução do impacto ambiental, pois, gerará um menor descarte de lâmpadas na natureza, pois essas lâmpadas serão trocadas somente a cada 15 anos.

Pense nisso!


Fabio Vidal

Título: Economia e Sustentabilidade: Troque suas Lâmpadas por Tecnologia Led

Autor: Fabio Vidal (todos os textos)

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Comentários - Economia e Sustentabilidade: Troque suas Lâmpadas por Tecnologia Led

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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