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Divórcio - Sim ou Não?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Divórcio - Sim ou Não?

Existem casos de mulheres e homens que são infelizes no casamento por vários anos. Estes homens ou mulheres são, por vezes, pais de filhos estudantes, licenciados ou trabalhadores. Os filhos de casais insatisfeitos na maioria dos casos reprovam o divórcio dos pais. Porque não se imaginam filhos de pais divorciados ou porque não seriam capazes de admitir este facto. Os familiares costumam incentivar à união do casal mesmo perante alguns sinais de violência ligeira ou infidelidade, mesmo assim a família às vezes ainda defende o casamento.

O divórcio é um processo muito complicado pelo qual qualquer casal deve evitar passar. Após o divórcio, ambas as partes sentem as relações e a própria vida de maneira diferente. A relação deve ser poupada e defendida o mais possível através do diálogo sincero e transparente entre os envolvidos.

Para quem apenas assiste é fácil aconselhar alguém a permanecer num relacionamento infeliz! O ideal é que os casais tenham diversas conversas e invistam na sua intimidade mas, se não der certo, não deve esquecer-se da sua felicidade. As pessoas devem ficar juntas, infelizmente existem casos em que a separação é a melhor solução.

Só os principais envolvidos na relação é sabem o que é melhor. Nos casos em que existem filhos em comum o processo é mais simples. De qualquer forma, deve preparar primeiro os seus filhos para este acontecimento mesmo antes dele acontecer. É importante que os filhos tenham uma ideia do que se trata, principalmente em casos em que o divórcio já é previsível.

Os filhos costumam reagir mal a este tipo de noticia, o que é perfeitamente compreensível. Deve dar tempo ao seu filho para entender todos os acontecimentos e para que ele próprio faça um juízo de valor. Tente explicar tão bem quanto possível os motivos e as razões que levaram a essa decisão. Mais tarde ou mais cedo os seus filhos acabarão aceitando a sua decisão, seja ela qual for, desde que a situação lhes seja sempre explicada da melhor forma. Nunca lhes minta e nunca lhes diga nada para além da realidade e nunca culpabilize o seu companheiro na frente dos seus filhos.

Leve a sua relação até onde ela pode ir, isto é, não ameace o divórcio sem ter a certeza. Quando as coisas estão mal devemos unir-nos ao nosso par e não o contrário. O divórcio não é decidido perante uma situação má, mas sim perante uma situação que não melhorará. Pense bem antes de tomar uma decisão definitiva e quando a tomar pense na sua felicidade.


Rua Direita

Título: Divórcio - Sim ou Não?

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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