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Como manter uma relação

Categoria: Outros
Comentários: 1
Como manter uma relação

Ao nos unirmos a uma pessoa, quando escolhemos alguém para dividir nossas vidas, seja em um casamento, ou numa relação afetiva estável, é preciso entender que ao tomarmos a decisão de adicionarmos uma pessoa em nossas vidas, iremos conviver com o melhor e o pior do outro e isso faz parte da natureza das relações humanas. O que não significa que manter uma relação seja algo a beira do impossível, nem que seja uma experiência na qual as pessoas perdem o direito a privacidade. Essa questão de perda da privacidade, é algo que só acontece quando não há limites na convivência o que geralmente acaba minando a relação.

A priovacidade referida, não é sair, fazer o que bem entende como numa condição de solteiro, é mais profunda, é uma privacidade de, tanto espaço físico como mental. O fato de morar com alguém, não significa que tenha que ir ao banheiro com a porta aberta se não se sente à vontade, tem pessoas que mesmo vivendo juntas cinquenta anos, não conseguem fazer suas necessidades fisiológicas na presença do outro, ou exigir que a pessoa com quem se compartilha a relação, deva dizer tudo o que pensa a qualquer hora, pode até dizer mas há momentos em que se precisa digerir ficar a sós, o que não que dizer se isolar e sim poder ficar em seu quarto por exemplo, e então quando sentir-se melhor, dividirem o assunto.

Para manter uma relação, é preciso construir diáriamente atidude mental posiivista em relação ao outro, trabalhar a tolerância em si, sem no entanto ser subserviente, pois até isso cansa, considerar que essa outra pessoa, tem conceitos e necessidades que nem sempre são as mesmas das nossas e que só porque estamos nos relacionando, não temos que dizer tudo o que pensamos, considerando que tem que expor o que quiser e o outro tem a obrigação de aceitar.

É importante que em uma relação, devemos sempre buscar as virtudes, os pontos altos e jamais esperar que alguém faça aquilo que queremos, isso seria manipulação e não convivência saudável. Controlar-se, mesmo em uma discussão, pode sim, falar de tudo e em tudo porém, medindo um pouco para não minar mágoa e gerar ofensas.

Elogiar, sempre que a pessoa tiver boas atitudes, sermos carinhosos, gentis, trabalhar a conquista, lembrando que o que mantem uma relação é a conquista diária, não adianta fazer tudo antes e depois parar, acreditando que agora que já se conhecem não se faz mais necessário, ao contrário, se faz muito mais necessário depois. No mais, é manter o equilíbrio, usar a sinceridade e manter a motivação de tornar cada dia a relação mais proveitosa possível.


Sílvia Baptista

Título: Como manter uma relação

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Lance Passarelli

    18-09-2012 às 23:11:53

    Para manter uma relacao e necessario, que entre o casal, possa existir amizade, carinho, paixao, entendimento e acima de tudo odio. Me refiro a aquele tipo de odio que normalmente, chamo de {odio bom}

    ¬ Responder

Comentários - Como manter uma relação

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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