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Até quando, vale a pena sonhar?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Comentários: 3
Até quando, vale a pena sonhar?

Profissões. Quantas profissões me é permitido ter? Duas? Quatro? Seis? mais? Será que há uma quantidade específica ou é infinita? Quando eramos pequenos, a maioria de nós já sabia interiormente o que queria ser quando crescesse. Era inevitável a pergunta: "O que queres ser quando fores grande?" - Perguntavam os adultos. Qual era a resposta? Bem, cabe a cada um de nós sabe melhor do que ninguém qual era a resposta. E hoje? A resposta é a mesma? Talvez sim, talvez não.

A única coisa que uma criança sabe, é que é bom sonhar. E é do sonho que vem a resposta. No entanto, essa criança cresce. Na adolescência já não sabe o que quer, derivado aos mil e um sonhos que teve enquanto criança. Assim sendo, segue apenas aquilo que é imposto pelos pais. Anos mais tarde verifica que o sonho é outro e apenas corrige a rota se possível for.

No entanto, se essa mudança não for viável continua o seu percurso com a sensação de que devia estar a fazer outra coisa. E os anos passam, e já não existem sonhos. Existe a rotina normal de casa-trabalho, trabalho casa. Sempre o mesmo ritmo. Sempre a mesma rotina de stress e inútil, cujo salário baixo serve apenas para pagar, pagar e pagar despesas e afins. por fim vem o desemprego. Depois é o desespero. E é aí que a pessoa entende que enquanto criança era mais feliz. E se seguisse o seu coração teria realizado os seus sonhos e sentiria a satisfação de dever cumprido.

Uma valorização interior Assim, a única coisa que realmente sente é um vazio.Se tivesse seguido outro caminho...Mas não seguiu e continua a luta, todos os dias. E perde o emprego, e perde a casa e perde o carro e perde dinheiro e perde os amigos e perde família e perde a dignidade e, por último, perde a vontade de viver. Depois depende dos outros e só consegue levantar-se a muito custo, com a ajuda de terceiros que sentem "pena" e que lhe dão "oportunidades", dizem eles, de Emprego. E lá vai o nosso amigo para um trabalho precário onde é tratado abaixo de cão e onde se sente observado.

Onde simplesmente não se sente bem. Até que surge nova rotura que o leva ao médico, onde é diagnosticado uma doença do foro psicológico. Fica portanto de baixa médica, não trabalha, não come, não dorme, tem pesadelos. Após 6 meses é despedido por não comparência ao trabalho. Nova fase, mais desemprego. Nova perca da casa, do carro, dos amigos e da dignidade humana. E volta tudo à estaca zero. Até que se lembra novamente que quando era criança tinha sonhos. Sonhos esses que fazem parte de um passado bem distante mas que lhe davam alegria de viver. Volta, portanto, a sonhar. Faz um projecto no papel. Mostra o projecto àqueles que ele julga serem seus amigos. Esses chamam-lhe maluco. Dizem-lhe que não vai conseguir, falam de crise. Cansado de dar ouvidos a quem não entende decide avançar. Procura empresas que precisem de empreendedores.

Encontra também formas de avançar com a criação do próprio negócio. Mas não há dinheiro. "Sempre o dinheiro!"- reclama. "É o que move o mundo".-respondem-lhe. Nova tentativa. Usa a sensibilização das pessoas à sua volta. Não resulta. São demasiado frias, egoístas, pessimistas. Desiludido procura soluções na internet e faz novas amizades. Procura parcerias para o seu objectivo. Encontra tantos outros na mesma situação, o que lhe conforta o coração.

Desabafa. Tanto procura que, por sorte, encontra alguém com a mesma ideia, a mesma motivação e o mesmo sonho. Renova-se o brilho no olhar de quando era criança. Por meses, os dois amigos estruturam a ideia. Recorrem a entidades competentes. Não resulta à primeira, não resulta à segunda, nem à terceira. Um desanima, mas o outro não desiste e o levanta. Acreditam os dois e avançam. nova tentativa, e outra e mais outra. e começa a resultar. a luz ao fundo do túnel já se vê. Ânimo, entusiasmo, alegria, coragem, força! Está quase. Mas falha. Um quer desistir, mas o outro não deixa. E tentam mais uma vez. e dá certo. E ganham trabalho, ganham reconhecimento, ganham dinheiro, ganham família, ganham amigos. E sentem satisfação por terem conseguido apesar da luta árdua. Mas foi preciso a ajuda de ambos, a força de ambos, o sonho de ambos, e o levantar de um e de outro perante as dificuldades.

É preciso fazer as coisas em conjunto. É preciso acreditar até ao fim para concretizar o impossível. Até quando vale a pena sonhar? A resposta é obvia: ACREDITAR SEMPRE!


Jovita Capitão

Título: Até quando, vale a pena sonhar?

Autor: Jovita Capitão (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    28-07-2014 às 20:15:40

    Sonhar é muito bom. Quando temos sonhos queremos que eles se concretizem e lutamos para que isso aconteça. Buscamos sempre segui-los! É gratificante fazer algo profissionalmente que amamos, por isso, sonhe alto e firme!

    ¬ Responder
  • Jovita CapitãoJovita Capitão

    22-11-2012 às 11:50:01

    Olá Edu. Obrigada eu, pelo comentário.

    Os meus cumprimentos,
    Jovita Capitão

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoedu

    19-11-2012 às 10:00:07

    maravilhoso, muito obrigado pela esperança....

    ¬ Responder

Comentários - Até quando, vale a pena sonhar?

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

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