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Agrotóxicos e outros produtos na lavoura: como aplicar com qualidade

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 2
Comentários: 3
Agrotóxicos e outros produtos na lavoura: como aplicar com qualidade

Christofoletti dizia que dentre as várias etapas que constituem o processo de produção agrícola, a aplicação de agrotóxicos é uma das mais exigentes, pois deve atender não somente ao tratamento da lavoura, mas também a cuidados com a preservação do ambiente e com a qualidade final dos alimentos, que chegam à mesa do consumidor.

Fatores ambientais como temperatura e umidade relativa do ar afetam na absorção e na translocação dos agrotóxicos aplicados nas plantações. Quando a umidade relativa diminui e / ou a temperatura do ar aumenta, as gotas do produto aplicado secam mais rapidamente, fazendo com que o produto aplicado seja menos absorvido pela planta, reduzindo seu desempenho na mesma. Para controlar eficientemente plantas daninhas com herbicidas, é necessário preocupar-se com a quantidade de água usada como veículo em sua aplicação, da pressão de regulagem e da velocidade com qual o pulverizador aplica o herbicida.

Na aplicação de agrotóxicos, é possível acompanhar a qualidade da operação através da utilização de indicadores de desempenho que possibilitem coletar dados no campo e conferir com exatidão as conformidades de acordo com o que prescrevem os técnicos. A qualidade de aplicação de agrotóxico pode se tornar marcante para que atinja a produtividade pretendida de uma lavoura, e essa operação tem como principal objetivo aplicar a dose correta do agrotóxico no alvo desejado. Uma pulverização de baixa qualidade pode trazer como consequências perdas significativas na produtividade, ocasionadas por reincidências de doenças, pragas e plantas daninhas na área. Portanto, o acompanhamento da qualidade da aplicação de defensivos agrícolas é muito importante para que se consiga controlar com eficiência fatores danosos à lavoura.

Bonilla afirma que o controle de qualidade é possível de ser aplicado na produção agrícola, o qual, corrigindo e eliminando desperdícios e erros, reduzindo custos e aumentando a produtividade, traz grandes vantagens na competitividade do campo. De acordo com o pensamento dele, fica evidente que só sobreviverão as empresas agrícolas que aplicam técnicas eficientes na administração de seus custos.

O controle de processos é constituído de ferramentas que possibilitam a melhorar a qualidade e a produtividade nas empresas. É um conjunto de técnicas úteis para resolver problemas, alcançar a estabilidade do processo e aumentar a capacidade produtiva, reduzindo as grandes diferenças nas operações, que quase sempre remetem a erros. Para o mesmo Bonilla utilizar ferramentas estatísticas para controlar a qualidade ajuda a detetar erros nas operações agrícolas, a tempo de ser possível corrigi-los.

Vários autores têm estudado a utilização de técnicas estatísticas de controle de qualidade em operações agrícolas mecanizadas nas mais diversas lavouras, sendo o milho a cultura agrícola de maior destaque nessa linha de pesquisa.

Controlando custos, reduzindo desperdícios e produzindo com eficiência, chegam alimentos na mesa de todos, tornando esses fatores grandes aliados no combate a fome mundial.


Cláudio Júnior

Título: Agrotóxicos e outros produtos na lavoura: como aplicar com qualidade

Autor: Cláudio Júnior (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Yuri SilvaYuri

    17-08-2014 às 23:18:23

    Grande texto sobre agratóxicos e como aplicar com qualidade. Muitas vezes, não há resultados por não saberem como utilizar. Maravilhoso!

    ¬ Responder
  • gabrielgabriel

    02-09-2011 às 13:22:33

    o site é muito interessante fala de como se aplicar agrotóxicos

    ¬ Responder
  • kananda moreira araújokananda moreira araújo

    16-11-2010 às 15:45:55

    kra eu tava relizando um trabalho sobre o uso do agrtóxico e esse site me ajudou bastante. ta super bem elaborado PARABÉNS!!! adorei.

    ¬ Responder

Comentários - Agrotóxicos e outros produtos na lavoura: como aplicar com qualidade

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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