Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Outros > A vida nos desertos

A vida nos desertos

Categoria: Outros
A vida nos desertos

Os desertos são lugares realmente fascinantes e cobrem cerca de um quinto da superfície da Terra.

O mais antigo deserto é o do Nabibe, que se localiza no sul da Àfrica. Na verdade é considerado o maior e já poderá estar seco há um milhão de anos.

Este porêm chega ao mar ao longo da costa dos Esqueletos, que deve o seu nome aos navios encalhados da costa.

A sul deste deserto fica a zona proibida, Sperrgebiet, que tem o seu acesso muito restrito, para impedir os caçadores de diamantes, vasculharem as dunas da costa e as pedras preciosas.
O Nabib é um deserto muito quente, cujas temperaturas são de 40 graus centígrados, embora haja também desertos frios.

È o exemplo do continente da Antártida, sem dúvida o maior deserto da Terra.
De entre os maiores desertos estão ainda incluídos o vasto deserto do Sara em África, com correntes atmosféricas que obrigam o ar a descer, com quedas de chuva.

Porêm, tanto o Nabib como o Atacama são desertos costeiros, que ficam próximo de Benguela e do Peru, respetivamente.

A maior parte da sua humidade vem das neblinas do desserto, que são formadas com a condensação do ar quente com o frio.

Os climas e a vida selvagem dos desertos varia muito de uns para outros e as temperaturas nalguns podem atingir 49 graus durante o dia e menos de 18 graus, á noite.

Os animais mamíferos que aí vivem costumam procurar comida durante o dia e as plantas típicas são os arbustos baixos com folhas coriáceas.

Em certos desertos, especialmente na América, as temperaturas não sobem tanto, e aí abundam outras plantas como as Larrea Tridentata.

As paisagens dos desertos são contudo, degradadas por veículos todo o terreno, perfurações e minas e as suas temperaturas ameaçam a vida selvagem que está habituada ao seu habitat.
Ultimamente o número de fogos e a seca dos poços de água aumentou devido á alteração do clima e da ação nefasta do homem.

A natureza dos desertos não é a mesma, pois alguns podem ser rochosos, oásis, lagos salgados ou planaltos.

Na realidade nem só de dunas se faz um deserto mas há também os lagos salgados secos, oásis, wadis e muito mais.

Para quem gosta de viajar para os desertos deve hidratar-se com água, procurar sombras, água fazer uma fogueira à noite ou fazer sinais com ela aos aviões. Isto para se salvar nele, é evidente!


Pedro gil Ferreira

Título: A vida nos desertos

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

Visitas: 0

651 

Comentários - A vida nos desertos

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

O meu instrumento musical avariou!

Ler próximo texto...

Tema: Instrumentos Musicais
O meu instrumento musical avariou!\"Rua
É inevitável que, mais cedo ou mais tarde, um instrumento musical precise de reparação.

Mesmo que conheçamos bem o nosso instrumento e o consigamos arranjar, na maioria das vezes é necessário um técnico para o fazer com a melhor das qualidades.

Eventualmente, nem será necessário existir um problema com o instrumento, poderá ser apenas uma questão de manutenção. 

No caso de uma guitarra, por exemplo, qualquer instrumentista é perfeitamente capaz de substituir uma corda partida e tirar da guitarra o mesmo som que ela tinha.

No entanto, existem reparações, seja uma amolgadela no tampo ou uma tarraxa arrancada, que convêm ser feitas por técnicos especializados.

Por norma, as próprias casas que vendem instrumentos musicais efectuam essas reparações ou são capazes de aconselhar técnicos para as fazer.

Mediante o instrumento musical em questão, a reparação ou manutenção poderá ser mais cara. É sempre mais fácil arranjar um técnico que repare um piano do que um que arranje oboés.

Apesar de ser normal cuidar do nosso instrumento musical regularmente, os percalços acontecem todos os dias. Para os contornar, há sempre alguém que nos poderá aconselhar melhor do que nós próprios.

Apesar de poder sair mais caro, temos também a certeza de que o nosso instrumento foi arranjado por especialistas no assunto.

Pesquisar mais textos:

Rua Direita

Título:O meu instrumento musical avariou!

Autor:Rua Direita(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • luiz fabiano 18-02-2012 às 15:48:28

    boa tarde amigos preciso de um cabo flex da lcd da camera g70 se aulguem tiver mande um email obrigado

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios