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A Lenda Da Regaleira Parte 1

Categoria: Outros
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A Lenda Da Regaleira Parte 1

Era uma vez, uma princesa chamada Maria, que vivia no palácio da Regaleira, ela vivia com os pais, estes eram tiranos, austeros e controladores que queriam controlar a vida da princesa.

Perto desse palácio existia uma torre e uma gruta. Dentro desta gruta vivia um feiticeiro chamado Filipe. Um dia o mago Filipe saiu da sua gruta e foi passear pela quinta da Regaleira, em busca de ingredientes para fazer uma das suas poções. Nesse mesmo dia, durante este passeio, ele cruzou-se com a princesa Maria.

A Maria era bela princesa, doce e amável, Filipe desde o primeiro dia em que viu a princesa ficou apaixonado por ela, mas ele era um simples mago da vila.

O filipe queria demonstrar o amor que sentia por ela mas ele era pobre, não era de família nobre, e muito menos a família dele tinha brasão. A única coisa que podia oferecer a ela era a sua sabedoria antiga sobre a “antiga religião”, a feitiçaria.

O feiticeiro não tinha ouro mas sabia como produzi-lo, mas de que servia produzir esse ouro se não era nobre. Havia o perigo se os cobradores de impostos do reino vissem o ouro produzido por ele, mandavam-no executar por ser ladrão ou por fazer feitiçaria. Visto que neste reino existia a inquisição, se apanhassem alguém a fazer coisas do género, tinham como pena a morte na fogueira.

Mesmo assim, o mago Filipe não desistiu do seu amor pela princesa Maria e sempre olhou por ela mesmo de longe.

A Maria só podia sair do seu palácio, de tempos a tempos, devido aos seus pais serem rigorosos. Naquela época eram os pais que decidiam com quem casar as suas filhas. Por isso, os reis apresentaram vários cavaleiros, à Maria mas ela nunca interessava por eles devido à sua arrogância, machismo, tirania e controlo destes. A princesa odiava isto, odiava ser controlada e ser usada como um acessório.

A Princesa Maria quando ficava triste pintava lindos quadros, sobre lindas paisagens vistas na sua varanda na quinta.

Será que filipe conseguirá algum dia conquistar o coração de maria?
Será que Maria cederá aos seus pais os Reis, e casará com um nobre cavaleiro?
Será que Maria sabe dos sentimentos de Filipe por ela? E se sabe como ela se sentirá?
Isso e muito mais saberá no próxima parte da “ A Lenda da Regaleira”.


André_o_comentador

Título: A Lenda Da Regaleira Parte 1

Autor: André_o_comentador André_o_comentador (todos os textos)

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Comentários - A Lenda Da Regaleira Parte 1

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Cuidado com as curvas

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Tema: Motas
Cuidado com as curvas\"Rua
Quando se fala em motas, delineia-se na nossa mente a figura de um indivíduo, “maluquinho” por estes veículos de duas rodas, vestido com colete preto de couro e envergando umas possantes botas da mesma cor, e, quiçá, umas caveiras ou outros distintivos aqui ou ali, nele ou na moto. Normalmente, os motociclistas, motoqueiros ou motards, como são conhecidos, regem-se por um espírito muito próprio, que ninguém sabe definir muito bem, mas que, sem dúvida, engloba a sensação de liberdade e, por vezes, umas bebedeiras a valer numa qualquer concentração de motas. A parte boa é que, não acontecendo nada de pernicioso à mota e ao seu condutor quando se desafia a sorte desta maneira, uma vez despojado das roupas e acessórios motards, colocando o fato e a gravata, este volta a ser uma pessoa “normal”, imbuído de sentido de responsabilidade e bom senso. Estas características, tão úteis no trabalho e em sociedade, são, amiúde, esquecidas quando se está ao “volante” de uma moto. Cede-se, frequentemente, à tentação de andar muito depressa, de ultrapassar em terceira fila, de passar à frente nas portagens, de desrespeitar o próximo perpetrando atrocidades inacreditáveis e fazendo tudo o que dá na veneta, com a segurança de se estar protegido pelo anonimato do capacete e da pouca ou nenhuma visibilidade da matrícula.

Por outro lado, também existe aquilo a que se chama de solidariedade motard, que apela aos mais puros sentimentos de entreajuda em caso de queda ou outra situação de aflição. Claro que, em determinadas circunstâncias, mais valia que estivessem quietos, em vez de retirar apressadamente o capacete a um colega estendido no chão (é a última coisa a fazer), e noutras ainda bem que se tem assistência em viagem, porque, dada a falta de visão periférica dos companheiros de estrada, bem se podia”esticar o pernil” que não apareceria vivalma para dar uma ajuda.

Definições e conceitos à parte, o motociclismo constitui uma paixão fervorosa de um grande números de indivíduos, com um incremento significativo do género feminino. Faz-se uso da mota por razões não profissionais, por diversão, por se ser praticante desta modalidade, para locomoção, ou, simplesmente, porque se gosta de motos. Seja qual for a razão, os agradecimentos têm de ser dados a Gottlieb Daimler (1834-1890), que inventou o primeiro protótipo. E, já agora, não custa render gratidão também a John Boyd Dunlop, veterinário escocês, que concebeu uma espécie de roda, que corresponde ao nascimento do pneu. Pode, portanto, afirmar-se com toda a legitimidade que um veterinário deu à luz um pneu…!

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Maria Bijóias

Título:Cuidado com as curvas

Autor:Maria Bijóias(todos os textos)

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Comentários

  • letícia Cristina Calixto de Souza 20-06-2013 às 17:19:32

    eu achei muito interessante esse texto por que ele me ajudou a fazer um trabalho escolar mas eu quero falar para a autora desse texto que ela está de parabéns e que esse texto possa incentivar cada pessoa que ler ele então meus parabéns

    ¬ Responder

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