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A Fofoca Na Sociedade

Categoria: Outros
A Fofoca Na Sociedade

Em um século em que todas as pessoas falam o que mais desejam, poucas aparentam preocupações com o que estão dizendo ao seu próximo. Não é nenhuma novidade que a fofoca, o escárnio e a calúnia sempre estiveram presente na história da humanidade.

Mas o pior está ocorrendo em pleno século XXI. A falta de compromisso com as palavras proferidas recebem proporções grandiosas e até mesmo arriscadas quando nos deparamos com o mundo da internet. Pessoas de diversas idades se sentem cada vez mais livres para fazer xingamentos e ameaças no mundo virtual.

Exemplos é o que não faltam para tamanha perversidade. Podemos citar o caso do partido da Dilma, da inauguração do Templo de Salomão e até mesmo da péssima atuação do Brasil na Copa do Mundo. Infelizmente, as pessoas estão usando a rede digital de maneira errada e destrutiva trazendo prejuízos para pessoas que nada tem a ver. Muitos fazem questão de disparar ofensas contra a Dilma a ponto de xingar e caluniar. Outros ameaçam prejudicar o Templo de Salomão e tentam convencer outros indivíduos a não conhecê-lo. Jogadores são ultrajados pela internet e tudo o que é ruim acaba sendo espalhado rapidamente. A internet virou sinônimo de vírus. A culpa não é da internet e sim dos fofoqueiros de plantão.

Os ataques e fofocas na internet não se limitam a política ou as igrejas. No país brasileiro e por todo o mundo, redes sociais famosas como Facebook e Twitter estão se transformando em um território próprio para toda espécie da ofensa. Blogs, sites e redes de relacionamento estão repletas de comentários agressivos e afrontas no mundo digital. A fofoca se espalha rápido.

E quem é o alvo desses comentários? Colegas de trabalho, familiares, amigos, vizinhos, ex-companheiros, políticos, empresas e celebridades que mesmo sem provas dos ataques são caluniados. Será mesmo que os indivíduos que espalham fofocas estão prontificados para os resultados negativos de suas palavras? Tudo o que o homem semear, ele colherá sendo bom ou ruim. Apontar situações, não concordar com algo e buscar resoluções são ações comuns de pessoas que se dizem dirigidas pela inteligência.

Entretanto, apelar para o lado errado do xingamento e escárnio mostra apenas a ausência da educação e da desonestidade. Apesar da energia destrutiva da fofoca, poucos escarnecedores sabem que também podem ser alvos do próprio ataque. Quem abre a boca para revelar tudo o que quer está sujeito a um processo na Justiça. Além disso, xingamentos inspiram a mágoa e o rancor que são sentimentos prejudiciais para a saúde emocional e espiritual de qualquer indivíduo. Diga não a fofoca! Despreze esse veneno que tem destruído muitas vidas.


Natanael Genoel

Título: A Fofoca Na Sociedade

Autor: Natanael Genoel (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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