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A piscina certa!

Comentários: 2
A piscina certa!

A melhor altura para escolher a piscina para a sua casa é na época baixa (outono e inverno), uma vez que neste período irá conseguir melhores ofertas e melhores preços.

Se você achar que investir numa piscina é uma boa decisão, então deve desde logo começar a pensar numa série de pormenores. Irá querer uma piscina acima do solo ou “enterrada” chão? Qual é o propósito ou função da piscina? Há considerações de espaço? Que forma deve ter a piscina? E talvez o aspeto mais importante – quanto é que você está a pensar gastar?

Existe obviamente uma grande diferença entre uma piscina acima do solo e uma piscina “enterrada” no solo. As piscinas abaixo do solo levam mais tempo para construir, requerem mais trabalho e exigem um empreiteiro qualificado para a construir. Geralmente, este tipo de piscinas também custa muito mais do que as outras e são definitivamente um elemento permanente da sua paisagem. Por outro lado, as piscinas acima do solo podem ser postas em funcionamento num espaço de tempo relativamente curto, e podem ser implementadas pelo próprio dono, caso este tenha o mínimo de conhecimentos necessários.

A finalidade e a função da piscina também são fatores importantes a ter em conta. As famílias tendem a comprá-las para brincarem e para se divertirem – funcionando estas como um espaço para se refrescarem e passarem momentos divertidos com as crianças. No entanto, outros podem querer usá-las para efeitos de saúde e para melhorar a sua forma física. Para quem gosta de mandar uns bons mergulhos é essencial escolher uma piscina suficientemente profunda.

Se você está à procura de uma piscina para acentuar a beleza e o valor do seu belo quintal, então talvez você prefira uma piscina de formas e estilo livre. Estas tendem a enquadrar-se melhor e a definir o ambiente com a criação de recursos hídricos, incluindo “praias”, quedas de água, lagoas e ilhas.

Para os mais astutos em termos de arquitetónica, talvez a preferência vá para uma piscina geométrica. Estas utilizam a simetria com linhas retas e raios perfeitos para criar uma sensação mais luxuosa.

Naturalmente, a sua decisão também será afetada pelo espaço de que dispõe e pelo dinheiro que poderá gastar. Muitos proprietários criativos têm sido bem sucedidos na criação de belas piscinas de diversão num espaço muito limitado, mantendo a linha de fundo.

Além disso, existem muitas opções por onde escolher quando se trata de tomar uma decisão de investimento deste tipo.


Carlos Vieira

Título: A piscina certa!

Autor: Carlos Vieira (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    12-05-2014 às 14:19:36

    A piscina é um dos atrativos mais divertidos de uma casa. Se a pessoa deseja receber amigos e familiares para desfrutarem de um bom banho, então, ela será muito útil. Até porque, a manutenção requer um investimento financeiro e precisa ser cuidada sempre!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • joao gabriel da silva siqueirajoao gabriel da silva siqueira

    29-01-2011 às 00:10:17

    eu amei akela piscina la da foto

    ¬ Responder

Comentários - A piscina certa!

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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