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Um Manuscrito antigo que hoje revelo-”Fenómenos da Natureza”

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Literatura
Um Manuscrito antigo que hoje revelo-”Fenómenos da Natureza”

É perante uma noite de luar que eu hoje escrevo, tal foi a impressão que esta me deixou durante anos. Neste momento observo uma fascinante lua cheia muito redondinha, num céu preto muito escuro, sendo que a única luz provém desta circunferência.

Na imensidão negra, de repente, pequenas pontinhas brilhantes aparecem sorridentes acenando para baixo como que nos lembrando que também existem. Em seguida, mais e mais estrelas aperecem sabe-se lá de onde, para num belo ritual se juntarem à lua para conferenciar sobre a noite seguinte.

Mais tarde, pela noite dentro, surge uma sombra ocultando metade da nossa velha amiga.
Depois outra nuvem se junta á primeira e, por momentos, o famoso luar desaparece. É noite cerrada. Não se vê um palmo diante do nariz.

Permanesse assim uma boa meia hora. Depois, a nossa amiga espreita de novo. Redonda que nem uma bolacha apetitosa, disfarça e recolhece-se novamente. Sendo que volta a formar-se uma imensa cortina escura.

É quase manhã. Apesar da noite cerrada já se ouve o cocoricó do galo. Lentamente começa a clarear, embora a nossa velha amiga continue muito serena no seu lugar mostrando que enquanto o sol não nascer, permanecerá ali.

Então a escuridão desaparece, dando lugar a uma claridade tão imensa que nos encadeia. Da lua já não há sinal.

Agora é a vez do sol. De mansinho espreita o céu, mostrando a sua capacidade de encher o mundo de cores e aquecendo alguns de nós. E digo alguns de nós, visto nem todos se levantarem cedo para observar com gosto este fenómeno belo e espetacular que a natureza nos oferece dia após dia.

O tempo não para. E já passou mais um dia. O sol como que sentindo uma certa mágoa, prepara-se para dizer adeus. Mais uma vez é possível notar um incrível cenário. O céu enche-se de tons tão quentes que parece que vai pegar fogo a qualquer momento. O vermelho, o amarelo e o laranja juntam-se num só tom fascinando-nos com a sua beleza.

Até que, por fim, a nossa velha, bela e luminosa amiga, a lua, volta a lembrar que existe e impõe-se para ficar mais uma noite.

Este é o ciclo da vida. Todos os dias vemos o dia nascer. Todas as noites vemos viltar o luar. É um hábito imutável. E ainda bem. Já pensaram como seria triste o rompimento desta belíssima rotina? E se fosse o contrário? Se não existissem seres vivos, valeria a pena o esforço do sol e da lua em se evidenciar em cada dia e em cada noite? Pensem nisso!

Manuscrito criado dia 26/10/2007 e revelado agora.
Por Jovita Capitão


Jovita Capitão

Título: Um Manuscrito antigo que hoje revelo-”Fenómenos da Natureza”

Autor: Jovita Capitão (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

Autor:Rua Direita(todos os textos)

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