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Preço de Amar

Categoria: Literatura
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Preço de Amar

Preço de Amar

No dia 20 de novembro de 1950, no final do expediente, Geuvânia vai ao banco para sacar uma boa quantia para sanar suas dívidas. Ao chegar no banco, entrou pela portaria, passou pela porta rolante, entrou na fila do caixa eletrônico mas, de repente, uma caminhonete toda preta e blindada invade o banco que estava cheio de gente.
- É um assalto!
- O que você quer, moço? Pode pegar tudo só não tire de mim a vida, por favor! - Com medo.
- Fique aí! - Policial (Segurança do Banco).
- Se você se aproximar de mim, eu acabo com a vida dela! - Com Geuvânia ao seu poder.
- Solta ela agora! - Policial
- Abra o cofre! Onde fica o cofre? - Alterado.
- Me acompanhe, por favor! -Diz o gerente, com medo.
O gerente do banco, o rapaz com aquela arma apontada para a cabeça de Geuvânia que abalada com tudo aquilo que estava acontecendo só sabia chorar, foram a caminho do cofre até que chegaram lá no terraço onde ele ( o cofre) estava bem escondido. O gerente, por sua vez lava as mãos em uma pia que ali estava, passou o álcool-gel e após secar as mãos, ele à encostou na plataforma de identificação de DNA para que se abrisse.
- Por que faz isso? - Geuvânia pergunta.
- Eu preciso sustentar minha família, dando à eles que o mundo tem de melhor. A vida às vezes me surpreende com os destino para qual ela nos proporciona!
- Você acha que esse dinheiro resolverá todos os seus problemas?
- A grande maioria!
- Você [...]
- Ah, chega de conversa fiada! Que barulho é esse?
A sirene da viatura da polícia.
- É dá polícia!
- Deixa eu acabar logo com isso!
- Não, por favor! Eu tenho família. - Ele então Jogou-á no chão e o policia que ali estava com eles reagiu dando-lhe por trás uma gravata. Geuvânia levantou foi correndo à caminho das escadas para sair de onde o cofre estava que era debaixo da terra quando os policial da base militar décimo terceiro distrito desce as escadas e vai para prender o bandido que já imobilizado pelo segurança do estabelecimento.
- A senhora está bem?
- Sim. Obrigada!
- De nada!
- Está pronto para passar muitos dias na prisão?
- E os capangas dele, o senhor já prendeu?
- Sim. Já estão todos presos!
- Nunca estou!
- Vamos?! - Virou-se para subir as escadas.
- Espera aí, moço!
- Para quê?
- Está bem, rapaz?
- Fico pensando em minha família!
- Logo, logo você saíra daquele lugar e aí poderá vê-los com maior freqüência!
- Isso é, se eu não for condenado à prisão perpétua!
- Por que pensas assim?
- A senhora não sabe nem da metade que esse descarado fez [...]
Geuvânia sem ter o que dizer deixou eles passar e ajudou o gerente a se recompor.
- O senhor está bem? Precisa de ajuda?
- Seria bom!
Geuvânia, então, estendeu sua mão e ele levantou.
- Será que vou ter que comparecer na delegacia?
- Acho que não. O delito não aconteceu, o reforço chegou rápido!
- Vamos subir?
- Vamos! - Os dois subiram e já no térreo, o comandante da operação à chamou.
- A senhora poderia acompanhar-nos?
- Mas eu também vou ser presa?
- Não. Queremos entender a ocorrência do fato!
- Posso sim, pois para mim será um prazer ajudar a coibir com rigor os jovens que hoje fizeram-me viver um episódio de minha vida tão angustiante! Em um certo momento chegue até a pensar na possibilidade que eu iria morrer.
- Mas já está tudo bem!- Eles saíram do banco e foram até a delegacia.
- Delegado! - O policial chamou-o na portal
- Entre!
- Posso levar os delinqüentes para a sela?
- Traga eles aqui primeiro!
- Sim senhor! Entrem. - Eles com algemas, entraram na sala do delegado.
- Ora, ora, ora. Mas vocês aqui novamente?
- Eles tentaram roubar um banco e fizeram uma pessoa como vítima!
- Ela está ferida?
- Ela não se feriu.
- Onde está a vítima está?
- Na recepção à espera de que faça o depoimento!
- Peça para que ela entre, agora, por favor!
- Moça vem aqui!
Geuvânia foi ao seu encontro e entrou na sala.
- Sabe me dizer quem foi que fez de você refém?
Geuvânia apontou com o dedo há um deles.
- Vocês podem tirar isso da cara deles, por favor!
- Eu?
- Não. Ele!
- Sim senhor! - Tirou a máscara deles.
Geuvânia ao vê-los toma um susto.
- Você?! - Não querendo acreditar.
- A senhora conhece um deles!
- Aquele de camisa listrada é meu irmão!
- Irmã?!
- Por que fez tudo isso?
- Vocês podem conversar depois?!
- Se depender de mim nunca mais me verá. É uma decepção saber que você se deixou a chegar a esse ponto tão drástico!
- Você sabe de alguma coisa sobre ele? Pode levar.
- Para já! - Pegou-os e foram até as celas onde iam ficar. Todos em celas separadas.
- Ele e meu pai brigavam toda hora! Meu pai bebia e ele sumia depois das brigas para usar. Meu pai um dia descobriu que ele escondia drogas dentro de casa e aí, minha mãe e ele colocaram-o para morar na rua!
- Seu pai está onde agora?
- Ele mora comigo. Ele e minha mãe, por conta da idade avançada não podem ficar sozinhos!
- Voltando ao assunto principal, como que tudo aconteceu?
- Então, um carro preto invadiu o banco contudo e eu estava na fila do caixa eletrônico, aí um cara veio por traz e já me rendeu. Com todo aquele fuzuê, o gerente ainda sem saber o que estava acontecendo, apareceu e deu conta da gravidade e que era um assalto.
- E aí, o que o gerente fez?
- Levou-os até o cofre que era onde queriam tanto chegar mas, aí a polícia chegou!
- Fazia quanto tempo que não via seu irmão?
- Dois anos!
- Seu irmão já passou muito por aqui, sabia?
- Não. É uma surpresa para mim, ele é um cara muito inteligente mas, se deixou levar pela droga! A ficha criminal dele é muito extensa?
- Um pouco.
- Você vai entrar com ação para absolver seu irmão dos crimes? O assalto ao banco não chegou a acontecer mas, foi pego em flagrante.
- Não sei. Preciso pensar e conversar com minha família! Posso voltar aqui amanhã para falar o que decidi?
- Claro! Na hora que quiser. Trabalhamos vinte e quatro horas, inclusive o antecessor está para chegar, já!
- Está bem. Obrigada!
- De nada. Boa noite!
- Igualmente! - Ao sair da delegacia ela pega o seu telefone-móvel e liga para seu pai.
- Quem será à essas horas da noite? - Atende o telefone que estava no criado-mudo que ao lado da cama de casal estava.
- Alô pai!?
- Filha, onde você está?
- Precisamos conversar! O assunto é sério!
- O que aconteceu?
- Já estou chegando. Espera eu aí acordado!
- O assunto é tão sério assim?
- É sobre meu irmão!
- O que ele aprontou dessa vez?
- Já, já eu conto. Deixa eu chegar aí, estou no ônibus!
- Está bem!
-Tchau!
- Tchau! - Desligaram o telefone-móvel.
Vinte minutos depois.
- Pai, você está acordado? - Abrindo a porta.
- Eu e sua mãe estamos na cozinha esperando você! - Gritou.
- Já estou indo aí! - Colocou suas coisas no sofá e foi até a cozinha.
- O que seu irmão aprontou?
- Ele está péssimo! Ele [...] Foi preso.
- Como, filha?
- Ele foi preso!
- Mas por quê?
- Ele foi pego em flagrante em um roubo à um banco!
- E como você sabe de tudo isso, filha?
- Eu estava no mesmo banco em que ele foi para roubar!
- Meu Deus!
- Pai! Tira ele de lá por mim. - Suas primeiras lágrimas começam a rolar.
- Não. Ele tem mais que aprender com essa prisão!
- E você mãe, o que acha disso?
- Amor nós como pais dele, somos a família dele a única coisa que ele tem hoje, se nós não tivermos do lado dele, quem vai estar?
- Mas e quando ele voltar às ruas irá continuar a fazer tudo que fazia antes de ir para a cadeia!
- E se nós colocássemos ele em uma clínica para dependentes químicos, até que ele seja recuperado totalmente. O que acham? Mal vejo a hora de ter meu irmão de volta e minha família restaurada, novinha em folha!
- Posso pensar, filha?
- Pode mas, só até amanhã!
- Está bem, meu amor!
No dia seguinte, ela estava saindo de seu trabalho, passou na delegacia.
- Oi. O delegado está?
- Sim. Vocês querem falar com ele?
- Eu e o advogado viemos para resolver a situação do meu irmão!
- Ah, pode entrar!
- Obrigada!
- Licença!
- Olá. Tudo bom com você? - O delegado que educadamente comprimentá-os.
- Tudo sim, e com o senhor? Este aqui é nosso advogado.
- Vim com a permissão da família para advogar à favor. Então, qual é a situação do meu cliente?
- Muitos roubos, latrocínio, trafico de drogas e sem falar que agora ele foi pego em flagrante no roubo em que ela, infelizmente, presenciou!
- Como o senhor já sabe, ele é vive sob dependência de drogas. Então, eu ao saber disso corri atrás de uma eliminar para que ele cumpra os seus anos de prisão, em uma clínica para que se recupere!
- Eu vou marcar o julgamento para amanhã, então. O mais rápido possível para que o senhor apresente sua proposta à ele, tal ok?
- Certo! Ligo mais tarde senão for nenhum incomodo para vocês!
- Esse é meu cartão e atrás tem o telefone de casa e dele. Será incomodo nenhum!
- Beleza!
- Eu vou esperar ansiosamente!
Depois eles foram embora, cada um para sua casa. Depois de um tempo, para ser mais exatos, 12pm:00 o telefone toca.
- A dona Geuvânia está?
- Quem é?
- O delegado!
- Vou chamá-la!
- Quem é?
- O delegado!
- Ah, já vou!
- Ela já vem!
- Está bem, obrigado!
- Oi. Tudo bem?- Geuvânea pegou o telefone.
- Opa. Tudo bom, e você?
- Tudo certo! Tem novidades sobre o caso do meu irmão?
- O julgamento do seu irmão será amanhã, Às nove horas, tudo bem?
- Tudo bem! Onde será?
Depois de passar o endereço, eles desligaram o telefone. No dia o juiz aceitou o pedido do advogado que solicitou um pedido de cumprimento de prisão liberdade para que ele possa se curar naquele ambiente. Depois da decisão do juiz ele foi levado pelos familiares na clinica de dependentes químicos.
Dois anos depois. Após completar a pena preso na clinica, ele foi absolvido e a paz voltou a reinar naquele lar.

FIM

Kaique Barros

Título: Preço de Amar

Autor: Kaique Barros (todos os textos)

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