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Início > Textos > Categoria > Literatura > Falar Verdade a Mentir - Resumo da Obra

Falar Verdade a Mentir - Resumo da Obra

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Literatura
Visitas: 34
Comentários: 1
Falar Verdade a Mentir - Resumo da Obra

A estrutura da obra Falar a Verdade a Mentir é marcada pela acumulação de situações reveladoras do carácter de Duarte. Surge-nos como uma espécie de “bola de neve” que vai aumentando de volume em função das sucessivas mentiras forjadas por esta personagem, que se mostra incapaz de ultrapassar as dificuldades fora de um estratagema que acaba por se virar contra a sua própria figura.

Assistimos, assim, a uma concentração de situações equívocas, o que vai permitir alcançar o “efeito” de cómico pretendido. Na estrutura da ação, a figura General Lemos permite ainda a criação de uma espécie de “falso final”, ao desmascarar Duarte, involuntariamente, mas para em seguida também ele entrar no jogo criado.

A peça conta a história de dois criados, José Félix e Joaquina, que se vão casar. Joaquina veio com os seus patrões do Porto para Lisboa, onde vive José Félix, o que lhes deu a oportunidade de estarem juntos. Joaquina revela então a José Félix que Amália, a filha do seu amo, prometeu-lhe que lhe iria dar um dote de cem moedas quando se casasse. Mas Joaquina disse que havia um problema: Duarte, o noivo de Amália, era um mentiroso compulsivo, e o pai de Amália (Brás Ferreira) disse-lhe que se o apanhasse numa mentira, acabava com o seu casamento. Interessado no dote, José Félix disse a Joaquina que tinham que dizer isso a Duarte, pois senão ele iria ser apanhado, o casamento iria ser cancelado e Joaquina nunca receberia o dote de Amália. Mas demasiado tarde! Duarte já tinha começado a contar mentiras ao pai de Amália, que após algumas histórias extraordinárias, começou a desconfiar dele. Quando Amália finalmente contou as exigências do seu pai a Duarte, este ficou muito baralhado, e começou a confundir as suas mentiras.

Numa tentativa de socorrer Duarte, José Félix, fez-se passar por pessoas que Duarte mencionara nas suas mentiras, como por exemplo Tomás José Marques e Milorde Coockimbrook. Mas no fim do dia, o pai de Amália descobriu que o seu futuro genro tinha mentido, apesar das suas mentiras terem acabado por ser verdade. Como agradecimento pela sua ajuda e pela "lição" que ele lhe deu, Duarte oferece um saco de dinheiro a José Félix.
Com o "vício" de Duarte emendado e com o desejo de José Félix pelo dinheiro, satisfeito, a peça acaba com um final feliz

Daniela Vicente

Título: Falar Verdade a Mentir - Resumo da Obra

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

Visitas: 34

794 

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • vaca

    03-04-2013 às 16:03:14

    Obrigadinha ahhh saqfaste-me duma olha que deus te pague

    ¬ Responder

Comentários - Falar Verdade a Mentir - Resumo da Obra

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

Autor:Rua Direita(todos os textos)

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