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Dádivas da Alma

Categoria: Literatura
Dádivas da Alma

Às Flores
Às flores que plantei quando
Esperava incansavelmente por seu amor
Que tanto fortalece o meu ser,
Que tanto faz de minhas ações serem
Lentas e compreensivas com a luz de um anjo
Que jamais em lugar algum encontrarei
Já que eu mesmo plantei e
Vi morrer quando vi sua partida dentre
Os dedos da alma e
Pequenas frestas em meu coração que
Agora tanto sofre na perdição dessa escuridão,
No entanto acredito que um dia volte a abençoar meu coração
E minha vida.

A Luz
A luz da alma reflete
O peso de uma cruz a que com tanto
Custo queremos carregar,
Como a mentira devido ao medo
De encarar a insanidade
Sem idade
Da verdade não é a mesma a que
De um anjo que há tanto custo tentou
Conquistar a leveza, no entanto a diferença
Muitas vezes é a flecha que se não acerta os olhos azuis,
Acerta a cabeça fazendo explodir o coração
A qual apenas desejava a explosão de amor,
No entanto a perdição e a escuridão
Me prendeu no martírio da ilusão.

A Verdade
A verdade que muitas vezes
Pode lhe custar nada mesmo que embora
O nada seja cobrado pela vida que nada mais é
Do que a verdade de um fato que não é novo,
Mas também não é tão antigo quanto a existência
Que se deu à ponto de nossa primeira aspiração
Para a respiração não só do corpo,
Mas também da alma
Aliviando o pulmão e
O coração que acentua o fim de uma verdade,
Como o fim de uma história que por mais doída
Não deixou de ser verdade,
Muito menos um ato que se procede ao fato
Meticuloso da ilusão.

O Homem
O homem que esfaqueou
A ilusão com um só golpe de escorpião
Sem se dar conta da tamanha perdição
Na tamanha imensidão
Dessa paixão que faz deste homem
O seu mais nobre guerreiro,
Livrando o seu coração de
Viver na escuridão
Recinto da ilusão por ser
Um patrimônio da depressão,
Que faz desse homem que com asas
Te salvar levanto até a sublimidade deste horizonte.

Raiar
O raiar do sol é a presença
De um novo dia,
De novas vivências com novos arrependimentos
Ou também não por ser clamado à Glória
Do nascer de um novo dia,
Para que seja arquitetada uma nova história
Emaranhada pelo drama de tanto amar e,
Ao mesmo tempo de odiar,
Mas me pergunto se tenho o direito
De ousar essa ousadia de continuar amando como sempre
Com o nascer de uma nova vida com o calor do sol,
Ou esperar à tarde dar às caras deixando o sol
Perder a força que tanto glorifica o amor que fortalece a ilusão
Que me encaminha à sua perdição e
À escuridão.

Encerrar
Encerrar uma história
Que se deu nessa trajetória mesmo
Que um péssimo motorista manobre sem ver
Esse carro mesmo sem gasolina,
Mas que da mesma forma o faz bater
Em uma rocha no meio de uma deserta estrada
Onde nem mesmo luz se há,
Para não apavorar
Quem bem calmo continua a andar
Nessa escuridão que sem imensidão
Me deixa cair no martírio de ilusão que
Se prende na perdição provocando
A solidão encerrando o silêncio depressivo.

Na Infância
Na infância eu era arquiteto
De sonhos como ainda continuo sendo
Sem que o ramo agora seja outro,
Tento construir esperança
Através da poesia que remenda alma
Cicatrizando feridas abertas no coração
Que clama ainda como clamava por seu amor
Que nada que o faça o fará morrer
Como a infância que se foi com o tempo,
Mas que a alma registra a infância que se foi,
Má que tenho minhas dúvidas de querer ou
Não de lembrá-las como exatamente são,
Devido há grande porção de gordura há tanto tempo
Tento descartar como uma casca de banana ou
Como às de uma mexerica.


Kaique Barros

Título: Dádivas da Alma

Autor: Kaique Barros (todos os textos)

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A arte de trabalhar a madeira

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Tema: Serviços Construção
A arte de trabalhar a madeira\"Rua
A carpintaria constitui, digamos assim, a arte de trabalhar a madeira. É claro que, de acordo com o produto final, se percebe bem que uns carpinteiros são mais artistas do que outros…

Às vezes nem se trata tanto dos pormenores, mas mesmo de desvirtuar o que era a ideia inicial e constava da encomenda. Mal comparado, quase se assemelha à situação daquela aspirante a costureira que pretendia fazer uma camisola para o marido e, no fim, saíram umas calças!

Na construção civil, a madeira é utilizada para diversos fins, temporários ou definitivos. Na forma vitalícia (esperam os clientes!) incluem-se estruturas de cobertura, esquadrias (portas e janelas), forros, pisos e edifícios pré-fabricados.

Quase todos os tipos de madeira podem ser empregues na fabricação de móveis, mas alguns são preferidos pela sua beleza, durabilidade e utilidade. É conveniente conhecer as características básicas de todas as madeiras, como a solidez, a textura e a côr.

Ser capaz de identificar o género de madeira usado na mobília lá de casa pode ajudar a determinar o seu real valor. Imagine-se a possibilidade de uma cómoda velha, que estava prestes a engrossar o entulho para a recolha de lixo, ter sido feita com o que hoje se considera uma madeira rara.

É praticamente equivalente a um bilhete premiado do Euromilhões, dado que se possui uma autêntica relíquia! Nestes casos, a carpintaria entra na área do restauro e da recuperação. Afinal, nem tudo o que é velho se deita fora…

Por outro lado, as madeiras com textura mais fraca são frequentemente manchadas para ganhar personalidade. Aqui há que remover completamente o acabamento para se confirmar a verdadeira natureza da madeira.

É assim também com muita gente: tirando a capa, mostram-se autenticamente. Mas destes, nem um artificie com “bicho-carpinteiro” consegue fazer nada…!

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Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    23-09-2014 às 13:23:35

    Uma excelente técnica que penso ser muito bonito e sofisticado. A arte de trabalhar madeira está sempre em desenvolvimento e crescimento.

    ¬ Responder
  • Rua DireitaRua Direita

    01-06-2014 às 05:18:46

    É ótimo o trabalho com a madeira. Pode-se perceber grandes obras que se faz com ela. Realmente, é uma verdadeira arte!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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