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Início > Textos > Categoria > Literatura

  1. Por que não posso percorrer esses caminhos? Por que não me deixam andar sozinho? Por que estou preso a regras e conceitos? Por que meu mundo não é perfeito? Será que não tenho braços, pernas e uma cabeça que pensa? Será que minha cabeça não pensa o que me determinam? Será que não posso trilhar sozinho, qualquer caminho? Ou será que sou diferente. O que tenho de diferente, Minha alma reclama liberdade, Minha pele não tem cor, No bolso ao invés de dinheiro, carrego amor. E se o amor que carrego no bolso, Vier do meu coração, Sou pobre então? Se o dinheiro é maior que o amor, Com certeza sentiremos...
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  2. No seu artigo intitulado «Riso e Castigo em Camilo Castelo Branco»[1], Agustina compara Camilo a Flaubert 1. «Em Camilo como nos grandes românticos carismáticos, o riso é uma espécie de intimidade consigo mesmo. Copista de si próprio, ele quase afere o destino de Bouvard et Pécuchet, que Flaubert teve como idiotas exemplares: os que, no fim de desafiar a sabedoria em todas as suas disciplinas, descobrem que não entendem absolutamente nada, nem de pedagogia, filosofia e até veterinária. O saber precisa de ser visto com a idiotia que ele próprio comporta, com o jogo de certezas que uma época tem por inevitáveis, mas por...
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  3. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Desumana Desumana é este comportamento Que intimida e desmoraliza o outro Que ao invés de desejar-te raios e trovões Além de a morte, Deseja-te rosas emaranhadas Por orquídeas além de a imensidão Não tão somente do céu, Mas sim de todo o universo Multiplicado por infinitas vezes para A exploração de uma paixão Que pune a ilusão e a escuridão por intermédio Da imensidão sem fim. Por culpa Por conta da desonrosa ilusão Que trancafiou o meu coração Numa imensidão Sem o dom de ser tocado pela paixão, O coração Que pune veementemente a solidão Que se agiganta na presença do fogo Do amor que não...
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  4. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Em uma madrugada fria de inverno com temperatura mínima de vinte graus abaixo de zero uma casa de luxo, na Avenida Brasil estava sendo invadido por uma senhora de sessenta e nove anos sem imaginar que havia um senhor morando na residência que era paraplégico. A enfermeira que zelava pela saúde do senhor e que dormia em um quarto ao lado dele acordou para tomar água sem ainda desconfiar de absolutamente nada, levanta ao despertar do relógio que estava apenas para vibrar debaixo do travesseiro para acordar o seu Juvêncio e tomar um os cinco medicamentos que toma durante todo o dia quando ao passar pela porta da cozinha, percebe que a...
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  5. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Permita-se Permita-se ao direito de liberdade Para aproveitar do resto de sua insana felicidade Que afeta gravemente a infelicidade Que nada mais é do que vírus da sarcástica maldade Que pode ferir a honestidade Privando sua alma de que supra da necessidade De abrilhantar o seu caráter, Fazendo-o se tornar tão límpido Como tão quão esmero é a luz da estrela E o calor do sol que faz despertar no coração O amor que é um princípio de uma inevitável paixão Que sem compaixão Escraviza a ilusão Na sua escuridão e a si, Deprimindo-se com a tortura De ver a felicidade do meu coração De se unir ao seu. Como...
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  6. Escrito por: Jhon Erik Voese
    Categoria: Literatura

    Assim como muitas pessoas eu também saí traumatizado com os autores brasileiro por causa das obras que nos sugeriam/obrigavam a ler na idade errada. Entandam idade errada como adolescencia/Ensino Médio. No entanto para minha felicidade resolvi insistir no Machadinho e minha primeira experiência, foi com “O Alienista”, que trago algumas abaixo algumas palavras sobre. Enredo com SPOILERs: Caso ainda não tenham lido sigam esse link abaixo, pois a história já está em domínio público e por isso pode ser liga gratuitamente Se liga aqui: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000012.pdf AGORA QUE VOCÊ JÁ LEU...
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  7. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Compreenda-Me Compreenda-me como vós Compreendeis vosso coração que tange A bater sem parar para a vossa alma respirar O mesmo ar que vos dizeis agora estas palavras Que não são como as ditas por sua boca Naquela noite em que se deteriorou dentre minhas pernas Um solo fértil da qual chamava de confiança Que a partir de então foras quebrado, Ao ter que ter visto aquela cena em nosso ninho Que poderia não ser de amor verdadeiro, mas sim de vidas. [...] Vidas essas nas quais se ainda consistia O nosso relacionamento que a partir de então Passou a ser a máquina de sobrevida ao nosso relacionamento Que se perdeu quando...
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  8. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Raridade A raridade de hoje em dia Encontrar alguém tão compreensiva Como você, A quem tanto amo Com toda a força que o futuro De nossas vidas pode-se prever, Como o futuro ao que diz uma eternidade Sem o amor andando junto com uma súbita felicidade, Que nos apresenta um caminho irradiado Pela jovialidade De quem sem idade prova os sabores Doce e amargo da vida amando. Incentivo Incentivo ainda mais esse sentimento Insaciável e, Ao mesmo tempo um desejo indesejado Por quem ama sem ser amado Ou por alguém que ama sendo amado, Sem ser crucificado pela águia de fogo Que muito não me representa sem a essência...
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  9. Escrito por: Gabriela Marques Florencio
    Categoria: Literatura

    Sinto meu rosto queimando e gosto da sensação do calor na minha pele. Olho para o fogo. As chamas dançam ao som de uma música só ouvida por elas. Um ritmo incessante, marcado pelos tons azuis lambendo as ondulantes chamas laranjas. Sei que há pessoas ao meu redor, sinto a presença delas. Sei que elas conversam, ouço vozes como plano de fundo aos meus pensamentos. Mas me sinto distante, hipnotizada pelo dançar das labaredas. Num sincronismo perfeito, elas me puxam para mais perto e eu, como boa marionete do fogo, me aproximo de bom grado. Meu corpo esquenta, um calor que me é familiar - não de outras rodas de fogueira, um calor...
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  10. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Pra Casar Pra casar os nossos corações Como a união de nossas almas Somente quando deixa de ser quem é Para se tornar réu confesso a esse amor Pela qual me entreguei de corpo e alma, Sentimento de dor e Ao mesmo tempo de louvor Por tanta paixão a ter nos cedido quando se foi Para voltar e nos deixar morrer no fogo do amor, Sentindo na pele a mesma dor sentida por ele na Cruz E é esse amor que lhe concedo, Um amor eterno Como o brilho da estrela. De Você De você espero nada mais que Uma correspondência, Nada mais do que esse amor Que não é angelical Como o olhar de um bebê, Também não é angustiante pela...
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  11. Escrito por: Juliana c do Prado
    Categoria: Literatura

    A arte de ser leitor perpassa qualquer limite intelectual. Não há melhor lugar para se esconder do que na magia que existe dentro das páginas de um bom livro. A leitura nos transporta para uma outra dimensão, além mar, além céu, além terra. O mundo de quem lê é mais bonito,o seu dia a dia é mais leve, seu sono é tranquilo e sua capacidade amar e de se colocar no lugar do outro se torna uma tarefa simples e de fácil acesso.Considero que quem lê, não só faz uma experiência única de viajar, como também sabe explorar o que o mundo real oferece, sem que para isso tenha que fazer esforço, pois o conhecimento elevado o...
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  12. Escrito por: Gustavo Rigamonte
    Categoria: Literatura

    Cap I – Jogo do bicho Marcelo Dentão acorda cedo porque tem dois empregos. - Pra quê trabalhar tanto?- dizia Carlinhos, companheiro do açougue. - Num é tu que cuida de três fi né Carlim! Mas que graça. Marcelo não se contenta em acordar 4 horas da matina para entregar jornal, garantindo assim as contas do mês. Para ele, esse emprego pagaria o principal: Seu jogo do bicho. O que vai além disso ele chama de “resto” – sim, isso inclui sua família. - Esse jogo ainda vai te matá pai. – Disse-lhe seu “amor”, Jucelina. - Ah mãe, vai cuidar daquela sua maldita horta. Aquilo tá mais fei que batê na mãe! -...
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  13. Escrito por: Esau Siqueira
    Categoria: Literatura

    Eduardo acorda dentro de uma extensa sala. Ele se sente estranho, parece ter levado uma pancada na cabeça. Não sabe onde esta ou como foi para ali. Tenta levantar mais esta preso por alguns cabos, e não consegue. Ao olhar para o lado, com dificuldade, vê que não é o único que esta na sala. Pode ver um monte de camas ocupadas por pessoas presas a cabos. Alguns seres que ele, biólogo, definiu ao olhar como repteis caminham por entre as camas, retirando os cabos e os levando para outra sala. Eduardo não acreditava em vidas em outros planetas, agora esta de boca aberta com o que vê: Seres de tecnologia e não são mamíferos...
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  14. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Em uma certa noite de verão em que as estrelas que preenchia o horizonte deixaram a sua forte luz ser ofuscada na água do morto rio que fica atrás da minha casa. Numa noite em que a lua, de tão próxima, parecia se deitar sem rolar sobre nós, Jandira saiu de sua casa para aproveitar a noite indo para uma festa sem imaginar que naquela festa eu também estaria e que, por intermédio de uma estrela cadente nos aproximaríamos e que, à partir dali, nos faria grandes amigos/amigos, talvez já que fora daquela festa namorávamos. Tínhamos os nossos parceiros para à vida inteira até, que em que um ato se consumou pelo fato de termos...
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  15. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Em uma de noite fria de inverno, Antônia- uma dona de casa e esposa de um marinheiro naval, que terminando de arrumar sua cama para se deitar com o filho de apenas doze dias já que não havia luz em todo o seu bairro. De madrugada, um homem encapuzado invade sua casa. Aperta sua campainha e quando ela abre a porta, mesmo estando morta de cansaço e logo um homem encapuzado à alveja e atira com uma mega metralhadora em sua cabeça, levando o bebê em seus braços para o campo de batalha e concentração. Quando chegou lá no campo de batalha a criança foi alimentada de pão e água, apenas e foi criada por homens de preto que nunca...
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  16. Escrito por: Jhon Erik Voese
    Categoria: Literatura

    Já fazia três dias que Augusto tinha encontrado o bilhete em seu carro. Desde lá dormir era um grande problema. No primeiro dia de insônia tentou se embebedar. Estava em seu apartamento no centro da cidade e tomou sozinho, uma garrafa de Jack Deniels. Com isso conseguiu ficar tonto, vomitou toda a pizza que comera em sua janta, cambaleou por todos os cômodos, mas não apagou em definitivo. Com o raiar do sol teve um apagão, pois não pode considerar sono um período que não se descansa absolutamente nada. O segundo dia que já começou com uma ressaca infernal, seguiu lerdo e doloroso. Como Augusto trabalha em casa sentiu-se...
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  17. Escrito por: Jhon Erik Voese
    Categoria: Literatura

    - Gente, nós temos que estruturar melhor esse projeto do conselho, senão não adianta nem convocar os alunos - disse a vice-diretora tentando organizar a bagunça que se instaurava na sala dos professores. - Por mim podia deixar do jeito que tá, nós vemos quem merece passar e passamos, não sei por que ficar inventando moda desse jeito - o comentário da professora de Química, fez com que o sangue da vice-diretora Raquel fervesse, mas ela precisava manter a compostura então disse apenas: - Professora, a senhora está equivocada com esse pensamento! – parou um instante para respirar e prosseguiu - A ideia é trazer os alunos para...
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  18. Escrito por: Jhon Erik Voese
    Categoria: Literatura

    - Não, não! Ninguém morreu, não! – a voz no telefone parecia ter certeza do que dizia, mesmo assim a mulher do outro lado da linha insistiu. - Mas, eu preciso saber se o senhor olhou direito! - Dona Isolete, eu já lhe falei mais de uma vez. Ta tudo bem aqui. Teve um acidente de carro... isso, mas o carro preto só bateu no cone que marcava a vaga da senhora. Ninguém se machucou. - É que meu filho ouviu um barulho ontem e como o senhor é guardião da escola à noite eu pensei que o senhor tivesse visto alguma coisa. - Pois, foi isso que eu acabei de lhe dizer. “Eu estava trabalhando ontem, já tinha acabado a reza do padre...
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  19. Escrito por: Jhon Erik Voese
    Categoria: Literatura

    João Pedro já estava na estrada há muito tempo. Sua missão naquele dia era buscar o carro de seu patrão na cidade vizinha à sua. Falando assim parece um trabalho fácil, mas entre a cidade de João e a cidade onde o carro estava havia uma distância de 200 km de zona rural. Ele dirigiu por algumas horas até que seu celular tocou. Ele sabia que era imprudência atendê-lo em horário de serviço e por isso deixou que ele tocasse. “Se for alguma coisa importante, ligarão de novo mais tarde” pensou. O movimento constante de acelerar, diminuir, entrar nas curvas, acelerar novamente, intercalando sempre uma troca de marcha aqui...
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  20. Escrito por: Jhon Erik Voese
    Categoria: Literatura

    Bem [email protected] ao projeto experiência textual diária! Você está prestes a acompanhar uma saga épica, com muitos originais, que irão enfrentar as mais absurdas e provocantes aventuras. A ideia é escrever ao menos um capítulo dessa história por dia. Eles estarão indicados pela data no topo do texto. (Está sem barras, mas é dia, mês e ano). Sem mais linguiças para encher, vamos nessa! Capítulo 1 – Em busca de uma história. Eduardo está com muito sono durante a reunião preparatória para o conselho de classe. Estavam sentados em volta de uma mesa grande dentro de uma sala pequena. Ele podia ouvir as pessoas debatendo, mas...
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  21. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Com pincel Com um pincel te desenho em meu Céu Invadido pela tempestade de chuva ácida Que permeia a me trazer transtornos à tona Que quero tanto esquecer o momento triste Que nos ocorreu, A traição a que me ocorreu que fora Como se estivesse enfiado uma faca em meu peito Calando de uma vez inoportuna o meu coração Que clamava incansavelmente pela paixão, Por sua incandescente emoção que parecia Esconder-se em meus destroços visível na alma E no coração deixando feridas e marcas avermelhadas Que sangram sem parar e Sem que nada tenha para estancar. Erros Erros que não quero mais cometer Ao meu coração que...
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  22. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Aos Olhos Aos olhos do pai deixo O meu coração extravasar esse amor Que é como chama, Como um pequeno resquício de fogo Que com o tempo se alastra pelo coração Até que a alma se desfaça de todo mal que causou, Ou ao qual fora vitimado pela ilusão De ter amado tanto aquém menos se importou Com essa emoção, Com esse sentimento e Com essa sensação de leveza para Poder voar e alcançar o coração de quem ama, Para assim ser desprezado e pisado aos olhos do pai Que o ama. Meus Os meus sentimentos São as descrições de suas emoções Que cedem à sensação de leveza uma condição, Um valor muito mais alto...
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  23. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Segredo Segredo do coração que Ainda não está na hora de se revelar Já que grande transformação promete fazer, Ao ser revelado diante o vendaval, Diante a chuva que pode, Ou não sabotar esse segredo que de Maneira errônea se pode interpretar de maneira Certa e também errada, Como o sentido controversos dos sentidos Que parecem comandar esse coração, Que como se fosse um carão manobras Arriscadas faz sem tomar ciência da proporção De sua destruição que pode ser boa, sem dúvida Sem o risco descartar o pequeno risco de coisa boa saí Dessa raiz velha e podre como o coração de quem mata a si Ou alguém que...
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  24. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    No Caminho Em seu caminho em que rosas forro O asfalto para que em pedras não pise mais A não ser pela maciez das nuvens de algodão Como se em pleno voo estivesse nessa imensidão Em que dona apenas um se há em meu coração Em que somente fui tomar ciência da grave situação Ao te conhecer como a solução Para um coração que se Deixou-se levar pela desilusão a qual Pensava ser o suicídio não só de mim, Mas de um eterno sentimento E uma súbita sensação de alívio. Súbito Súbito é essa sensação De estar mais alto que às estrelas Sem ter asas para voar, Embora a lembrança dos momentos Que subitamente...
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  25. Escrito por: Hugo Dantas dos Reis
    Categoria: Literatura

    Por onde andam as mentes que foram influências por figuras como Machado de Assis, Mário Quintana, Ferreira Gullar e o mestre Carlos Drummond de Andrade, por onde andam os poetas e suas musas a viverem e inspirarem os nossos grandes romances? Onde estão aqueles que gostam de expulsar os seus poemas e a sua liberdade por aí? Onde estão as almas livres que necessitam de se expressar? Onde estão todos aqueles que tem algo a dizer pra esse mundo? Tenho saudade do tempo dos loucos, onde os jovens confrontavam o governo com mensagens inteligentes e tinham como missão se libertarem o máximo possível do padrão imposto pelos...
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  26. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Profundo Profundo é esse amor Que ao meu coração aquece Minha alma que se permite Queimar no fogo da paixão, Emaranhado pela imensidão Do universo que nem em muitas vezes Se multiplicado uma vez chega próximo, Tão quão mais forte seja do que O fogo que exala em meu peito, Encurralando o meu intimo em Tão poucos segundos antes que todo o Universo seja tomando pelo fogo que nada mais É do que a principal característica de quem ama ou É amado e um dia, Foi perdidamente amado. Na Chama Na chama deixo-me queimar No fogo tão quão ardente, Que incendeia o meu coração De maneira tão quão avassaladora Não me...
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  27. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Fluxo No fluxo dessa cidade que nunca dorme Moro a velejar pelos sonhos mesmo acordado, Trabalhando ou estudando Sonho com a estrela cadente que há cada dia Que juntos estamos um sol parece nascer em meu coração, Despachando a escuridão Distratando das calúnias levantadas pelas Hipóteses da ilusão que parece Tentar enfraquejar essa paixão fazendo Com que o vento desfaça a si o nosso castelo Que pedras valiosas valeriam se não mais torturado Pela insana depressão o fosse e Ao mar de ilusão se perdesse. Pedras Que do Céu caem em forma De bola à pegar fogo de Tão quente que persiste em estar Para o meu...
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  28. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Me Encontrar Me encontrar em seu coração Tão grande quanto todo o univerrso Impestiado pela escuridão Como demonstração do seu ódio Causada pela sanguessuga depressiva Da ilusão que sem um pingo se quer De compaixão para uma história triste cantar Com louvor a tudo que de ruim deseja à Essa eloquente, Tangente e Imensa paixão que desde o seu príncipio Fez-se esquivar da solinitude e plenitude Sarcástica da insana solidão. Empesteado Empesteado está esse couro Cabeludo desgrilhado que aos poucos Vai caindo por decorrência de tantos desleixos, Descuidos que tudo poderia Ser diferente, Como o submundo...
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  29. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Assim Assim que o vendaval O nosso amor vencer para ao Meu coração se dedicar a aquecer Para que destruída seja a ilusão, Fazendo com que o resquício de luz divina Na escuridão se avance e Alcance ao relento do vento que muitas vezes Contra aos nossos desejos se sobrepõe Atiçando aos atos que fira ao caráter que de um homem Apaixonado devia ser como o atrito entre os nossos corações Que mesmo indiferentes sejam, Se completam para fazer imenso universo A nossa casa e o nosso pasto de terras viçosas Para que rosas vermelhas fossem plantadas. Delírio Delírio de um coração Que preso às garras da paixão Sem...
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  30. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Se Há Se há aqui no recinto da escuridão Um veneno que pelas entranhas vai se escorrendo Pelo coração que Há anos deixou de bater Devido à ilusão que me invadiu Sem ao menos permitir uma tal Perturbação de meus sentimentos, Que mais nada valia às suas sensações de prazer E maldade com quem mais lhe dedicou à paixão que Tanto se há mesmo que não o veja mesmo que tão explicito Deixo exposto o que sinto e se há o que de mais forte Corresponda ao meu sentimento estravaza com tamanha força, Deixando o universo temer ao tamanho imenso do universo. O Veneno O veneno que ao meu coração Se penetra nas...
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