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Início > Textos > Categoria > Literatura
  1. Escrito por: Teresa Maria Batista Gil
    Categoria: Literatura

    A cultura reflete a maneira de pensar e de sentir das pessoas, mas tem sido muito influenciada pela condição social e pelas possibilidades económicas de cada um. Entre o século XII e XiV desenvolveram-se na Europa diferentes formas de cultura. A cultura monástica era assim designada , por ser a cultura que advinha dos mosteiros. Os monges dedicavam-se a atividades culturais e eram eles que ensinavam, nomeadamente nos mosteiros. No seu auge, a biblioteca, repositório de tesouros, colégio e oficina, representava o âmago da cultura cristã. Alguns mosteiros como por exemplo o de Reichnau e Fulda, na Alemanha, ganham fama como...
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  2. Escrito por: Manuel Velez
    Categoria: Literatura

    Um espelho, honestamente para que serve? O seu uso é deveras diverso, se haver alguém atraente então constantemente este pensa do monte de atenção que recebe mas por outro lado aquele mais feio odeia-se cada vez que se vê ao espelho. O espelho faz nos relembrar aquilo que somos para o nosso bem e mal. Não há que enganar. Tentar remover o espelho da verdade é impossível, quebrando só dá maré de azar, assim dizem os ditados. O espelho é para ficar, é para olhar. Não se espera vultos lá dentro, nada de mágico ou sinistro nada de mais do que algo cristalizado de onde podes ver o teu reflexo. Usa-se por vezes para salvar a...
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  3. Escrito por: Teresa Maria Batista Gil
    Categoria: Literatura

    A maioria da população era constituída por camponeses pobres, que habitavam casa só com uma divisão, sem mesa, camas ou cadeiras. As casas eram feitas de pedra ou de madeira e no seu interior estava a lareira, onde se cozinhava e a família tomava a refeição do final do dia, a ceia e onde se conversava. As pessoas levantavam-se muito cedo e deitavam-se ao anoitecer, aproveitando ao máximo a luz do dia. A sua alimentação era à bese de pão de cevada, centeio e sopas com todo o tipo de vegetais disponíveis como couves, nabos, cebolas e milho miúdo. Em diversas refgiões, as castanhas constituíam um alimento importante,...
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  4. Escrito por: Manuel Velez
    Categoria: Literatura

    Rodrigo estava nervoso, nunca pensava que aquilo se ia tornar realidade, mas assim era. Era o número 13, tinha tirado, realmente pensou, que aqui seria sorte. Viu o fulano que estava sua frente a sair como uma expressão de alegria, que jamais tinha visto em qualquer rosto. Ouviu o chamamento pelo o seu número, andando entrou da sala sinistra. Vendo a secretária encontrava-se uma placa dourada do senhor que o ia receber´, estava escrito “Luciano D. Faustino” -Bons dias, José Rodrigo, muito prazer em ter connosco. Apertando a mão do Rodrigo com muita afeção, Faustino era alto e grande, tinha uma voz sensual mas agradável,...
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  5. Escrito por: Escritor Sombra
    Categoria: Literatura

    CAPRA, Fritjof. O Ponto de Mutação: A Ciência, a Sociedade e a Cultura Emergente. 25ª ed.. São Paulo: Cultrix, 1982. Nesta obra, Fritjof Capra, um físico e cientista de sistemas, dá continuidade as suas pesquisas sobre as interconexões que existem no universo. Segundo ele, os acontecimentos atuais de guerra, desequilíbrio ambiental, problemas sociais e financeiros, são todos componentes de uma mesma crise, pois, tudo está conectado. A física moderna de Einstein, Newton e o modelo de decomposição de pensamentos e problemas proposto por Descartes não retratam a realidade em que vivemos. Esse perfeito equilíbrio proposto pela...
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  6. Escrito por: Carla Horta
    Categoria: Literatura

    Livros são verdadeiras relíquias. Sejam 20ªs edições ou 1ªs, a verdade é que livros são objectos de valor incalculável. Claro que existem livros que têm um valor financeiro muito elevado, por serem edições especiais, antigos ou até pela encadernação de que são feitos. Fazerem parte de colecções e mantê-las todas juntas e completas, também favorece o valor de um livro ou de uma colecção. No entanto, existem livros que valem muito mais do que o valor de mercado que possam ter. São os livros pelos quais nos apaixonámos, que os lemos de forma voraz. Livros que nos fizeram sorris, chorar, sonhar, ansiar, enfim…...
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  7. Escrito por: Glaucia Alves
    Categoria: Literatura

    O que pensar de um livro cuja personagem principal é mentirosa, alienada, imatura, maluca, consumista e endividada? Uma personagem com atributos tão politicamente incorretos poderia nos agradar? Será que um leitor poderia se divertir com uma personagem que mente para os pais, para os amigos, para os vizinhos e para si mesma? Alguém que inventa saídas mirabolantes para seus problemas poderia conquistar a simpatia dos leitores? A resposta é sim! Estamos tão acostumados a ler romances cujas personagens sobressaem por sua integridade, honestidade e nobreza que, a princípio, imaginar uma história com uma personagem com as...
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  8. Escrito por: Maria Bijóias
    Categoria: Literatura

    «Fui roubada aos meus pais» é uma narrativa na primeira pessoa de Céline Giraud, uma francesa de origem peruana que passou 23 anos da sua vida a acreditar que tinha sido adoptada pelo casal francês que se acostumou a chamar de pais, porque a sua mãe biológica não teria condições para a criar. Ainda que rodeada de amor por estes pais, Céline sentiu a veemente necessidade de perscrutar as suas origens, de conhecer a família biológica. Toda a gente precisa de saber de onde veio, de referências. Começa assim a saga deste livro de 184 páginas reimpresso em 2007. Os procedimentos que Céline encetou no sentido de descobrir a sua...
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  9. Escrito por: Maria Bijóias
    Categoria: Literatura

    Torey Hayden, a autora de «A Criança que não queria falar», sendo professora do ensino especial, viveu um episódio tão marcante com Sheila, uma menina que se enquadraria perfeitamente no conceito de “caso perdido”, que resolveu deixar impressa a sua experiência em livro, no sentido de mostrar como o amor incondicional e a perseverança são passíveis de mover montanhas de crueldade, fúria e rancor e de, acima de tudo, recuperar sobrevivências atrozes para vidas de felicidade. Publicado em 1980 e reeditado em 2007 pela Editorial Presença, este livro de 240 páginas já vendeu 8 500 000 exemplares no Reino Unido e foi traduzido...
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  10. Escrito por: Glaucia Alves
    Categoria: Literatura

    O Enigma do Quatro, publicado em 2005 por Ian Caldwell e Dustin Thomason, é um livro de suspense baseado em outra obra literária: o enigmático Hypnerotomachia Poliphili. Este livro, publicado em 1499 no período renascentista, é considerado um dos mais belos do período devido sua qualidade gráfica e tipográfica, mas também é considerado um dos mais incompreensíveis de todos os tempos. Os mistérios e singularidades iniciam-se no título da obra, que possui 17 palavras em sua estrutura e, por isso, foi traduzido e abreviado apenas como - A luta amorosa de Poliphilo em um sonho; além disso, o livro foi escrito em várias línguas...
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  11. Escrito por: Maria Bijóias
    Categoria: Literatura

    Miguel de Sousa Tavares, jornalista e um dos escritores mais vendidos em Portugal na atualidade, classifica o seu último livro «No Teu Deserto» como um quase romance. Alicerçado em acontecimentos autênticos vivenciados por ele próprio, este livro denota o cuidado do autor nas “cores” impressas à narrativa pautada por momentos certos que tem como cenário o deserto do Sahara. As palavras utilizadas e a forma de relato das diversas ocorrências transportam o leitor para o misticismo omnipresente na vida e na visita a estes lugares. Com efeito, há experiências que não se repetem… Reimpressa em 2009, esta obra de 128 páginas...
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  12. Escrito por: Maria Bijóias
    Categoria: Literatura

    África é uma terra de mistério, que convida à aventura, com panoramas e costumes únicos. Quando se fala de África, os que a conheceram ou por lá deambularam manifestam saudosismo, gosto de voltar, eventualmente dor (se a sua experiência se reporta ao período da Guerra Colonial), mas nunca indiferença. Para aqueles que ainda não tiveram a dita de visitar o continente negro, é a curiosidade, o desafio da abundante vida selvagem e a procura de um despertar mais aceso dos sentidos que promove o desejo de aí fazer uma viagem. Pois bem, Gonçalo Cadilhe descreve a sua jornada de oito meses por quinze países africanos, estendidos...
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  13. Escrito por: Carlos Vieira
    Categoria: Literatura

    Uma das coisas que os jovens (e também grande parte dos adultos) menos gostam de fazer é ler livros de literatura. No entanto, e porque os estudantes do secundário têm que ler alguns livros de literatura durante o seu percurso escolar, deixo aqui algumas dicas que irão tornar a leitura um pouco mais atrativa: - Sempre que acabar de ler um capítulo, faça uma pesquisa na Internet e encontre um resumo ou uma pequena crítica acerca do capítulo em causa, da obra que está a ler. Para a maioria das grandes obras de literatura existem também pequenos livros à venda com os resumos de todos os capítulos. Estas duas fontes de...
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  14. Escrito por: Carla Horta
    Categoria: Literatura

    Podem falar-se de todos os livros do mundo. De todas as fábulas, histórias de encantar, de romances que nos fazem apaixonar. Podem falar-se de obras literárias, de livros com descrições soberbas e paisagens que imaginamos de forma inconsciente e imediata. Podem falar-se de todos os livros no mundo, mas se quer ler sobre sentimentos, não pode deixar de ler o livro de que lhe vou falar. “Sinto Muito” de Nuno Lobo Antunes. O nome é capaz de lhe soar a familiar, e é obrigatório dizer que a escrita está no sangue deste autor, pois é irmão de António Lobo Antunes. Apesar de irmãos, a escrita é totalmente diferente....
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  15. Escrito por: Carla Santos
    Categoria: Literatura

    Através das perguntas de uma criança poderemos antever quais os seus medos e desejos, anseios e preocupações, bem como a visão que possui do meio que a rodeia. Como não há uma maturidade emocional que lhes permita verbalizar de modo coerente as suas perceções, é normalmente através do faz de conta e das histórias (ou dos amigos) imaginárias(os) que surge o espaço para um diálogo encantado, no qual a interação pais-filhos é fundamental para corrigir alguns desvios, aconchegar os temores, incentivar os sonhos e reforçar os pontos fortes da sua personalidade. Cada história de encantar é um sofá de deleite, no qual se...
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  16. Escrito por: Isabel Rodrigues
    Categoria: Literatura

    Tintim, o jovem e simpático repórter belga, «nasceu» em 1929, quando o seu autor, Hergé (pseudónimo de Georges Prosper Remi) decidiu iniciar a publicação de tiras de banda desenhada no suplemento infantil - Le Petit Vingtième - do jornal Le Vingitème Siècle. A partir deste momento, Tintim, bem como os seus «companheiros de papel» - Haddock, Castafiore, Girassol, entre outros – saltaram para as luzes da ribalta e passaram a fazer as delícias de milhões de leitores no mundo inteiro. E, de facto, a recomendação brincalhona de Hergé quanto à faixa etária que estaria mais apta a ler os álbuns encontrava-se correcta: «Dos...
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  17. Escrito por: Maria Bijóias
    Categoria: Literatura

    Há quem diga que o cérebro humano tem dois lados para que um vigie o outro. Esta filosofia de “alcofa” não dará senão vontade de rir, mas parece ser científico que a leitura estimula a massa cinzenta e desenvolve o intelecto. Claro que há aquelas pessoas a quem se tem de explicar tudo por extenso, porque são incapazes de decifrar o que quer que seja por si próprias. Esta incapacidade pode prender-se com a falta de treino do raciocínio, uma insuficiência cognitiva ou, mais vulgarmente, com o não querer esforçar-se demasiado. De certo modo, é compreensível… Ainda algum “fusível” começava a arder ou assim! E depois,...
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  18. Escrito por: Maria Bijóias
    Categoria: Literatura

    Assim à primeira vista, ou ao ouvido, literatura soa a algo de eruditos, especialistas, “inteligentes mais do que a conta”, intelectuais (ou “intectualóides”…), enfim, “caixas de óculos”, gente chata e sem interesse para aqueles que não sejam tão apaixonados pelo saber e pela cultura como esses “papa-livros” e, como não costumam ser esquisitos, tudo o que de redacção lhes aparecer à frente. Estes nem nas noites frias de Inverno devem dar descanso aos pobres volumes deixando que eles fechem a capa… E só não os devoram de cima a baixo, porque, pelo menos no Ocidente, a escrita e a respectiva leitura se processam...
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  19. Escrito por: Rua Direita
    Categoria: Literatura

    De certa forma podemos dizer que todos nós somos autodidatas ou aprendizes independentes. Alguns têm mais vontade e curiosidade. Estes fatores são fundamentais em quem se pretende tornar um autodidata de sucesso. Ser autodidata é aprender de forma independente sobre vários assuntos e até a desempenhar várias tarefas. Um bom autodidata é aquela pessoa do seu círculo de amigos que ‘sabe fazer de tudo’ e ‘se dá bem fazendo qualquer coisa’. Existem determinadas coisas que nós aprendemos de forma independente, sem necessitarmos de instrução por parte de ninguém ou de nenhum mestre. Utilizando as nossas capacidades de...
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  20. Ser miserável é viver sob a ponte, Não ter água da fonte, Não comer, não beber e quase não viver. Ser miserável é não poder ter prazer, Não ter livros pra ler, Não ter caminhos a percorrer. Ser miserável é viver isolado, Como um doente terminal, Consciente do seu final. Ser miserável é ter o passado negado, Ter uma vida restrita, Na calçada em que habita. Ser miserável é estar desprotegido, A mercê dos perigos, Aguardando o ocorrido. Ser miserável é esquecer a limpeza, Conhecer os odores humanos, Ter pensamentos insanos. Ser miserável é viver na pobreza, Ter a certeza que ninguém te vê...
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  21. Autobiografia versus ficção: positivement personne O tema, paradoxal de resto, autobiografia/ficção ao longo da história dos tempos tem vindo a suscitar reflexões de escritores e críticos literários. Ao longo da história da literatura, relacionou-se a mimese e a escrita autobiográfica com a (falta de) qualidade na escrita. A escrita autobiográfica espelha o mundo interior e/ou exterior do narrador enquanto que a ficção apaga a sua presença. Platão, em «República» e Aristóteles em «Poética» desenvolvem posições completamente opostas. Platão vê na mimese uma forma teatral. Por sua vez Aristóteles encara-a como...
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  22. REFLEXOS DA ALMA Vejo no espelho uma imagem que não é minha. Que imagem é essa? Serei eu? Não me parece. É belo demais pra ser eu, É doce demais pra ser eu, É puro demais pra ser eu, Então quem é? Olho atentamente e vejo lá no fundo. É isso! Consigo enxergar o Tempo. O Tempo que transforma, O Tempo que deforma, O Tempo que acalma, E agora, sou eu? Não me parece. É sábio demais pra ser eu. É Forte demais pra ser eu. É Novo demais pra ser eu. Então quem é? Olho mais uma vez atentamente e já consigo ver. É isso! Consigo enxergar quem sou eu agora. Sou o melhor que tem em você. Sou a...
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  23. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Altíssimo preço da Vida Numa certa manhã de sol, a menina olhos clara chamada Clarisse acorda e antes que os seus familiares acordassem, ela sai para ir ao mercado até que seguindo pela calçada um rapaz desembalando uma droga em meio a um plástico logo a sua frente senta-se logo a sua frente tendo o efeito da cocaína sendo ali realizado e ajoelhado aos seus pés clama pela ajuda dela, mas um de seus melhores amigos pelo qual esconde a sete chaves um sentimento bom à vista alvejada pelo moço, olha para os dois lados da rua para atravessar, empurrá-la e chutar o rapaz que somente queria alimentar-se e uma blusa de frio. - Por...
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  24. Escrito por: Jota Leonardo
    Categoria: Literatura

    Literatura Africana, na UFRPE, com a professora Patrícia Soares, foi uma ótima experiência, pois nos deparamos com escritores de língua africana, literatura diferente daquela com a qual estamos acostumados a ler no Brasil, como Drummond e Manuel Bandeira, na poesia, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, e outros, na prosa. A cadeira não se deteve só na obra em si, mas também estudamos a vida desses escritores africanos, que não só lutavam pela independência de suas terras nas letras, mas muitos deles também tomaram parte em movimentos como o do MPLA, e tantos outros; mesmo durante a ditadura, de Franco, em Portugal,que dominava...
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  25. Por que não posso percorrer esses caminhos? Por que não me deixam andar sozinho? Por que estou preso a regras e conceitos? Por que meu mundo não é perfeito? Será que não tenho braços, pernas e uma cabeça que pensa? Será que minha cabeça não pensa o que me determinam? Será que não posso trilhar sozinho, qualquer caminho? Ou será que sou diferente. O que tenho de diferente, Minha alma reclama liberdade, Minha pele não tem cor, No bolso ao invés de dinheiro, carrego amor. E se o amor que carrego no bolso, Vier do meu coração, Sou pobre então? Se o dinheiro é maior que o amor, Com certeza sentiremos...
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  26. No seu artigo intitulado «Riso e Castigo em Camilo Castelo Branco»[1], Agustina compara Camilo a Flaubert 1. «Em Camilo como nos grandes românticos carismáticos, o riso é uma espécie de intimidade consigo mesmo. Copista de si próprio, ele quase afere o destino de Bouvard et Pécuchet, que Flaubert teve como idiotas exemplares: os que, no fim de desafiar a sabedoria em todas as suas disciplinas, descobrem que não entendem absolutamente nada, nem de pedagogia, filosofia e até veterinária. O saber precisa de ser visto com a idiotia que ele próprio comporta, com o jogo de certezas que uma época tem por inevitáveis, mas por...
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  27. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Desumana Desumana é este comportamento Que intimida e desmoraliza o outro Que ao invés de desejar-te raios e trovões Além de a morte, Deseja-te rosas emaranhadas Por orquídeas além de a imensidão Não tão somente do céu, Mas sim de todo o universo Multiplicado por infinitas vezes para A exploração de uma paixão Que pune a ilusão e a escuridão por intermédio Da imensidão sem fim. Por culpa Por conta da desonrosa ilusão Que trancafiou o meu coração Numa imensidão Sem o dom de ser tocado pela paixão, O coração Que pune veementemente a solidão Que se agiganta na presença do fogo Do amor que não...
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  28. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Em uma madrugada fria de inverno com temperatura mínima de vinte graus abaixo de zero uma casa de luxo, na Avenida Brasil estava sendo invadido por uma senhora de sessenta e nove anos sem imaginar que havia um senhor morando na residência que era paraplégico. A enfermeira que zelava pela saúde do senhor e que dormia em um quarto ao lado dele acordou para tomar água sem ainda desconfiar de absolutamente nada, levanta ao despertar do relógio que estava apenas para vibrar debaixo do travesseiro para acordar o seu Juvêncio e tomar um os cinco medicamentos que toma durante todo o dia quando ao passar pela porta da cozinha, percebe que a...
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  29. Escrito por: Kaique Barros
    Categoria: Literatura

    Permita-se Permita-se ao direito de liberdade Para aproveitar do resto de sua insana felicidade Que afeta gravemente a infelicidade Que nada mais é do que vírus da sarcástica maldade Que pode ferir a honestidade Privando sua alma de que supra da necessidade De abrilhantar o seu caráter, Fazendo-o se tornar tão límpido Como tão quão esmero é a luz da estrela E o calor do sol que faz despertar no coração O amor que é um princípio de uma inevitável paixão Que sem compaixão Escraviza a ilusão Na sua escuridão e a si, Deprimindo-se com a tortura De ver a felicidade do meu coração De se unir ao seu. Como...
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  30. Escrito por: Jhon Erik Voese
    Categoria: Literatura

    Assim como muitas pessoas eu também saí traumatizado com os autores brasileiro por causa das obras que nos sugeriam/obrigavam a ler na idade errada. Entandam idade errada como adolescencia/Ensino Médio. No entanto para minha felicidade resolvi insistir no Machadinho e minha primeira experiência, foi com “O Alienista”, que trago algumas abaixo algumas palavras sobre. Enredo com SPOILERs: Caso ainda não tenham lido sigam esse link abaixo, pois a história já está em domínio público e por isso pode ser liga gratuitamente Se liga aqui: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000012.pdf AGORA QUE VOCÊ JÁ LEU...
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