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Cromaz, uma rede social totalmente brasileira.

Categoria: Informática
Comentários: 1
Cromaz, uma rede social totalmente brasileira.

O Brasil é o nono país que mais acessa a internet e o quinto que mais acessa as redes sociais, o que não é nenhum espanto ou novidade. O que grande parte dessas pessoas que acessam essa internet e essas redes sociais é que existe uma rede social 100% nacional e é muito prática e funcional que tive a oportunidade de encontrar nos últimos dias.

Antes de falar dessa rede social em si, vou ressaltar que existem outras redes sociais brasileiras, algumas aparentemente desapareceram como uma chamada s2net entre outras, que embora tivesse buscado, nem seus rastros encontrei.

Agora iniciemos sobre o assunto que da nome a esse artigo, Cromaz, uma interessantíssima rede social brasileira. Sua proposta inicial é bem simples -unir pessoas com os mesmos interesses- argumento bem comum para redes sociais não? Mas existe algo a mais, complementando ficamos com -"...unir pessoas que morem próximas e que tenham interessem em comum..." (essa frase é retirada da página 'sobre' do Cromaz.) e diferente do que pensei ao ler tudo o que encontrei ali, o Cromaz cumpriu com sua palavra.

A interface da página inicial assim como todas as outras são simplistas e muito leves, agradáveis de olhar, e algo que me agradou, é tudo tão organizado que não se fica perdido no meio de atualizações alheias e nem mesmo as suas e menos ainda propagandas por todos os lados. Essa interface de perfil lembra bastante outras redes mais conhecidas como orkut e facebook, embora mais 'limpo' e 'leve'.
Um dos fatores que mais chamam atenção está exatamente no momento do cadastro onde é inserido o endereço, cidade, bairro, rua, (esses campos são opcionais e mesmo assim o usuário escolhe se deixará essas informações visíveis), e assim que o cadastro é efetivado, ficará disponível ao lado esquerdo a quantia de usuários da mesma rua que a sua (caso tenha sido fornecida essa informação), mesmo bairro, cidade e etc. E esse sistema de 'busca' é totalmente eficaz; assim como posteriormente o usuário também poderá encontrar pessoas com o mesmo interesse utilizando as ferramentas de pesquisa no próprio site, o que também se mostrou bem funcional.

Já a forma de observar as novidades, 'status' (como seria o seu semelhante no facebook), entre outras coisas postadas pelos usuários, é visualizado em 'grupos' de pequenas guias que exibirão essas informações, sendo elas, 'rua', 'bairro', 'cidade', 'estado', 'país' e 'amigos', isso me permitiu observar se a rede ainda era vivaz e se mantinha usuários e a resposta é sim.

Segundo o próprio marcador de pessoas "em seu país" constam 188.605, usuários cadastrados, o que é um número muito interessante. E o fato concreto de que me enganei é de que pude notar que existem várias pessoas comentando sobre o Cromaz, assim como o apresentador e comediante Rafinha Bastos fez em seu twitter.

Infelizmente não tive a sorte de encontrar o aplicativo Cromaz Mobile, contudo acessei a minha conta direto no navegador de meu smartphone (que não é lá essas coisas), e pelo site ser leve e simples como dito antes, utilizei-o com facilidade, além da facilidade da utilização de toda a rede.

O site também consta com vídeos e dicas interessantes que acrescentam algo mais na experiência de uso. E termino dizendo com certeza que o Cromaz é uma rede social que tem a capacidade de crescer muito mais do que já vem crescendo e tem muito mais a oferecer do que se pode imaginar. Cadastrem-se e contem sua experiência para seus conhecidos.


Fernando Paixão Rosa

Título: Cromaz, uma rede social totalmente brasileira.

Autor: Fernando Paixão Rosa (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Fernando Paixão RosaFernando Paixão Rosa

    27-11-2012 às 17:00:19

    ... O que grande parte dessas pessoas que acessam essa internet e essas redes sociais "não sabem" é que existe uma rede social 100% nacional...

    Faltara a palavra "não sabem", mas aqui está ;D
    O autor.

    Saber mais em: http://www.ruadireita.com/informatica/info/cromaz-uma-rede-social-totalmente-brasileira/#ixzz2DRXBXFAO
    Follow us: @ruadireita on Twitter | ruadireita on Facebook

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Comentários - Cromaz, uma rede social totalmente brasileira.

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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