Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Evangélicas > Igreja Assembleia de Deus vai se tornar operadora de celular em parceria com a Vivo, diz jornal

Igreja Assembleia de Deus vai se tornar operadora de celular em parceria com a Vivo, diz jornal

Categoria: Evangélicas
Igreja Assembleia de Deus vai se tornar operadora de celular em parceria com a Vivo, diz jornal

Uma empresa ligada à Igreja Assembleia de Deus recebeu autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) para dar início às atividades como operadora de celular.

A Alô Serviços de Telefonia Móvel vai usar a rede da operadora Vivo e chama a atenção do mercado pela possibilidade de abocanhar uma grande fatia do mercado devido às características do público-alvo, formado essencialmente por fiéis.

O jornal Valor Econômico retratou o rebanho assembleiano como uma “nação com 18 milhões de habitantes, cem anos de história, organizada sob uma forte liderança, com 40 mil pontos de encontro, sendo cinco mil nas duas principais cidades, e cuja população cresce num ritmo médio anualizado de 9% há 25 anos”.

A operadora de celular da Assembleia de Deus irá atuar como uma operadora virtual de telefonia móvel (MVNO, na sigla em inglês), usando a estrutura física da Vivo. Com licença de credenciada, a operadora poderá revender chips e agregar serviços à assinatura de um plano de telefonia, como envio de SMS com mensagens cristãs e programas de fidelidade.

O executivo Ricardo Knoepfelmacher, que foi presidente da Brasil Telecom, é o responsável pela engenharia do negócio, de acordo com informações do site Convergência Digital. O consultor Raul Aguirre, com anos de experiência no ramo, também integra o negócio.

A iniciativa partiu da dupla de profissionais, que em um acordo com a direção da Assembleia de Deus conseguiu autorização da denominação para usar seu nome. A proposta é que, no primeiro ano, a empresa atraia 1,2 milhão de novos clientes, oferecendo chips no valor entre R$ 8,00 e R$ 10,00.

Porém, a expectativa é que ao longo do tempo, a maior parte dos 18 milhões de fiéis da Assembleia de Deus estejam usando os serviços da empresa. Parte dos valores arrecadados ficará com a denominação.

Uma empresa ligada à Igreja Assembleia de Deus recebeu autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) para dar início às atividades como operadora de celular.

A Alô Serviços de Telefonia Móvel vai usar a rede da operadora Vivo e chama a atenção do mercado pela possibilidade de abocanhar uma grande fatia do mercado devido às características do público-alvo, formado essencialmente por fiéis.

O jornal Valor Econômico retratou o rebanho assembleiano como uma “nação com 18 milhões de habitantes, cem anos de história, organizada sob uma forte liderança, com 40 mil pontos de encontro, sendo cinco mil nas duas principais cidades, e cuja população cresce num ritmo médio anualizado de 9% há 25 anos”.

A operadora de celular da Assembleia de Deus irá atuar como uma operadora virtual de telefonia móvel (MVNO, na sigla em inglês), usando a estrutura física da Vivo. Com licença de credenciada, a operadora poderá revender chips e agregar serviços à assinatura de um plano de telefonia, como envio de SMS com mensagens cristãs e programas de fidelidade.

O executivo Ricardo Knoepfelmacher, que foi presidente da Brasil Telecom, é o responsável pela engenharia do negócio, de acordo com informações do site Convergência Digital. O consultor Raul Aguirre, com anos de experiência no ramo, também integra o negócio.


Poliana de Amorim

Título: Igreja Assembleia de Deus vai se tornar operadora de celular em parceria com a Vivo, diz jornal

Autor: Poliana de Amorim (todos os textos)

Visitas: 0

226 

Comentários - Igreja Assembleia de Deus vai se tornar operadora de celular em parceria com a Vivo, diz jornal

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios