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A Demanda Da Vida Espiritual

Categoria: Evangélicas
A Demanda Da Vida Espiritual

A demanda por energia espiritual deve ser crescente. Busca-se realizar as novas formas para encontrar a Deus e ser gerado pelo seu Santo Espírito, já que ainda existem muitas pessoas advindas de religiões no lugar da verdadeira fé. Assim como o Senhor Jesus investiu a sua própria vida para nos salvar e nos levar para mais perto de Deus devemos também investir pesado em nossa comunhão com seu Espírito.

O nosso destino depende do que estamos realizando em nosso presente. Mesmo que a nossa fé seja pequena, o que vale para Cristo Jesus é a confiança em suas palavras. O óleo da unção derramado em nosso interior vem pelo uso inteligente da fé.

Uma questão valiosa a ser considerada está justamente na contramão, isto é, diminuir a nossa própria demanda carnal que é a vontade humana, já que é um verdadeiro desperdício frequentar uma igreja sem renunciar o nosso eu para viver em Cristo. Não só do ponto de vista espiritual, mas também da família.

É incrível o tempo desperdiçado de boa parte dos frequentadores de igrejas que chegam a passar anos e mais anos dentro das denominações sem ao menos tomar uma atitude e mudar totalmente a sua vida. E qual o segredo para ter uma vida abençoada? Diminuir o seu eu e permitir com que Cristo cresça em sua vida.

Os pecadores são aceitos pelo seu sincero arrependimento(diminuir) a fim de receber a graça e perdão(crescer) do Senhor Jesus. Os carnais não podem agradar a Deus se insistirem em seguir o que este mundo e o diabo tanto se farta. Chega de desperdiçar a sua vida na imundícia do pecado, chega de perder tempo com aquilo que é passageiro e ilusório.

As igrejas existem para nos revelar o caminho de Jesus Cristo, mas não é ela que vai nos salvar. Jesus é o Cabeça de todas as igrejas e responsável fiel pela sua salvação. Deixar de buscar a Deus porque alguém da igreja te decepcionou não é desculpa.

Devido ao fato de que muitos permitem com que o mundo influencie a sua fé boa parte das ovelhas se perdem pelo esfriamento e problemas com a sua vida espiritual. Como destaca o fundador da PCP(Página Coração na Palavra), Natanael Genoel, a vida espiritual é uma pedra preciosíssima. Essa opinião é compartilhada pelo próprio Deus em sua Palavra.

Leia a respeito disso no Capítulo de Lucas 15 e versículos de 8 a 10. Nesta passagem percebemos que a nossa vida com Deus é como uma dracma, um tesouro que não podemos perder em hipótese alguma, caso contrário o Senhor Jesus não poderá viver em aliança conosco. Não existe essa união com Cristo sem essa valorização.

"É mais precioso sacrificar nossa vida investindo em nossa fé do que investir nos prazeres mundanos para gerar certos tipos de sofrimentos e no final a própria morte." Se todos investissem fortemente na energia espiritual(fé) suas vidas seriam mais eficientes e Cristo Jesus concederia o pleno crescimento em nós.

Além de reduzir os nossos gastos nas coisas momentâneas devemos priorizar o que vier do querer de Deus. Não devemos viver à toa no presente e sim plantar algo benéfico para o nosso futuro. Diminua para si e terás o direito de crescer a cada dia na presença de Deus.


Natanael Genoel

Título: A Demanda Da Vida Espiritual

Autor: Natanael Genoel (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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