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O que o trabalho voluntário pode fazer pela sua carreira

Categoria: Empresariais
Comentários: 3
O que o trabalho voluntário pode fazer pela sua carreira

Segundo alguns psicoterapeutas o trabalho voluntário feito com prazer proporciona bem-estar, saúde e equilíbrio. Quando se vêem os resultados das acções é possível experimentar sensações de paz, aumento de auto-estima e valor.

O voluntariado é susceptível de aumentar a sensibilidade perante os problemas da sociedade. Por isso muitas empresas estimulam já o trabalho de voluntariado a fim de valorizar as competências dos seus colaboradores. Com ele é possível melhorar o trabalho em equipa e ter bons relacionamentos interpessoais, capacidade de multifunções, iniciativa e ajuda mútua. Há serviços que gastam muito com treino em equipa, liderança, motivação, que pode ser adquirida num projecto social.

Qualquer trabalho de voluntariado, seja em lares de terceira idade, hospitais, desenvolve os valores e competências, organização, confiança e préstimo com colegas. Por outro lado é um trabalho que mostra talentos adormecidos, desenvolve as capacidades de aprendizagem, que se tornam positivos para selecção de futuros trabalhos. São importantes para a selecção o respeita ao próximo, cidadania, capacidade de compreender, responsabilidade, empenho e iniciativa. Também adquirem outros valores como capacidade crítica e dinâmica para resolver problemas, mais flexibilidade e funcionalidade. Todos eles muito importantes para os serviços que as empresas privadas ou não procuram.

Deste modo o voluntariado cria mais habilidade para a evolução profissional. È por isso divulgado pelas empresas que pretendem colaboradores bem formados e é ainda um complemento.

Para além do voluntariado ser nobre é útil na sociedade porque permite que os cidadãos se preocupem com os outros, se ajudem, e adquiram valores de solidariedade.

Os benefícios deste trabalho são visíveis para as empresas e ainda para a própria saúde, pois permite reduzir o stress, combate as insónias, e beneficia a alma.

Ser voluntário é alguém que dedica parte do seu tempo em benefício dos outros, com actividades de bem-estar social. É um trabalho não remunerado por isso é feito por pessoas altruístas, por mero prazer. É o caso dos bombeiros, do voluntariado nos hospitais e lares de idosos.

Mas com a competição que hoje existe, ele contribui para valorização pessoal e evolução profissional. Quando as pessoas se sentem realizadas com o trabalho que prestam á sociedade ficam mais equilibradas e saudáveis. Podem deste modo ascender com mais facilidade num serviço empresarial devido aos valores que adquirem em conjunto com outros.

O trabalho de voluntariado em equipa melhora as capacidades e competências para qualquer serviço empresarial.


Teresa Maria Batista Gil

Título: O que o trabalho voluntário pode fazer pela sua carreira

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: Marco Bellucci

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    01-05-2014 às 16:25:01

    O trabalho voluntário é uma experiência fundamental na carreira. Dependendo da área é possível ter muitos pontos positivos e acrescentar conhecimento à pessoa.

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    18-09-2012 às 12:20:56

    O voluntariado é necessário e decerto que qualquer organização dirá que qualquer voluntário será sempre bem-vindo. No entanto, para aqueles que se querem dedicar a essa actividade, é necessário saber que estão a fazê-lo tendo por base principalmente as motivações humanitárias, ou dedicadas à causa animal. Isto porque ainda que seja uma mais-valia para o currículo, a vontade genuína de ajudar os outros deve estar acima de qualquer calculismo, ou o empreendimento não será recompensador.

    ¬ Responder
  • RobinsonRobinson

    09-09-2011 às 02:03:12

    Boa noite. Estou fazendo TCC sobre o voluntariado na redução do estresse e aumento da auto estima. Gostaria de saber se vc tem alguma bibliografia para indicar. Desde já agradeço.Abraços

    ¬ Responder

Comentários - O que o trabalho voluntário pode fazer pela sua carreira

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: Marco Bellucci

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