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Habilidades profissionais x diploma de universidade tradicional

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Empresariais
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Comentários: 2
Habilidades profissionais x diploma de universidade tradicional

É sabido por todos que trazer consigo diploma conferido por universidade tradicional, renomada socialmente, sempre foi caminho aberto para os profissionais alçarem os melhores empregos.

A despeito da preferência por profissionais graduados em universidades tradicionais, atualmente, na prática, a tendência vem sofrendo modificações significativas.

Investindo em capacitação para captação de recursos humanos, as empresas vêm optando por avaliar não apenas a origem do diploma do candidato à vaga, mas também suas habilidades profissionais, bem ainda a capacidade de se relacionar com superiores hierárquicos e também com colegas de trabalho, bem ainda, para os casos em que o cargo exige as qualificações das quais o indivíduo dispõe para ocupar cargos de chefia, que demandem organização e liderança para realização de trabalhos em grupo.

É fato que profissionais egressos de universidades tradicionais são em números menores em relação aqueles que saem das demais universidades, bem ainda que a preferência da grande maioria dos executivos contratantes é por aqueles primeiros, porém, as grandes empresas têm atentado para o fato de que as capacitações que buscam nos profissionais não necessariamente vêm atreladas com o diploma de graduação que conquistaram.

Em pesquisas feitas por institutos próprios, profissionais da área têm constatado que aqueles oriundos de instituições tradicionais, eventualmente não dispõem da mesma disposição e disponibilidade para se dedicar ao trabalho, condição inerente aos demais profissionais, muitos buscando compensar um fato com uma situação, além do fato de que os primeiros comportam-se de forma arrogante e indiferente.

A busca do mercado de trabalho é por pessoas que saibam liderar, sejam sociáveis e comunicativas, e o preconceito que sempre pairou sobre executivos na hora de contratar, mantendo uma mera repetição de padrão, ao longo de muito tempo impediu acesso de pessoas qualificadas com aquelas características a bons postos de trabalho.

A realidade na área do direito não difere. Para se candidatar a vaga de estágio nos grandes escritórios, o estudante, não raro, deve por requisito integrar as grandes universidades como USP, PUC, Mackenzie, caso contrário não é apto a inscrever-se à seletiva.

Ao aplicar processos de seleção, empresas especializadas em capitação de recursos humanos têm se deparado com situação diversa da antiga realidade.

Empresas como a BASF – América do Sul têm se manifestado quanto à contratação de profissionais, que à elas importa avaliar critérios de competência, desempenho acadêmico, inserção em atividades de monitoria e iniciação científica, atividades paralelas que visem o aprimoramento do profissional, como cursos de línguas estrangeiras, especialização relativa à área de atuação, passando à análise em momento posterior a origem acadêmica dos candidatos.

O que não se pode olvidar é que com aplicação de avaliação pelo Ministério da Educação e Cultura aos cursos superiores, a cultura à tradição passa por transformações, uma vez que tais avaliações visam conferir continuidade ou encerramento às atividades dos cursos superiores, o que confere ainda às empresas meio para analisar e avaliar a qualidade da origem acadêmica do profissional em processo de recrutamento.


Fernanda Fernandes

Título: Habilidades profissionais x diploma de universidade tradicional

Autor: Fernanda (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    04-07-2014 às 21:20:55

    Adquirir um diploma é muito bom, mas ter habilidade profissional deve estar em conformidade. As empresas reclamam muito hoje em dia da falta de capacidade, mesmo com os melhores diplomas. Tem que haver concordância.

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    16-09-2012 às 16:56:31

    É um tema interessante, aquele que discute neste artigo. Os diplomas universitários são vistos, nos dias que correm, como essenciais para o sucesso profissional, sendo até já a licenciatura vista como o mínimo possível. Assim, cada vez mais os alunos investem em pós-graduações, mestrados e doutoramentos. No entanto, ser diplomado não significa que não se possuam habilidades práticas, como muitos empregadores parecem pensar. Cabe tanto às universidades quanto aos alunos investirem nessa vertente em particular.

    ¬ Responder

Comentários - Habilidades profissionais x diploma de universidade tradicional

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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