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As melhores comédias de sempre

Categoria: DVD Filmes
Comentários: 1
As melhores comédias de sempre

Muitos já ouviram a seguinte frase: Rir é o melhor remédio. Sem dúvida que sim, é um remédio para a alma, para o estado de espírito que faz esquecer mesmo que por breve momento, as preocupações aflitivas conduzindo a um estado de alegria. O riso faz muito bem para a saúde, tanto que temos o recurso terapeutico da terapia do riso, o sorriso é muito bom para os músculos da face, assim como o beijo. O estado de alegria ajuda a descongestionar os órgão que são afetados pela raiva, pela ansiedade, pela depressão, quando estamos alegres, o corpo produz hormônios que auxiliam na sensação do bem estar, deixando o semblante mais leve, o que é ótimo para a estética e funcionamento hormonal, facilitando o mecanismo de defesa.

O homem, ao longo da sua caminhada evolutiva, foi criando piadas, introduzindo o palhaço no picadeiro e as comédias.

No gênero das comédias, temos as grandes peças teatrais clássicas, as comédias românticas em filmes, seriados e novelas e também na literatura.

Pode-se dizer que as comédias mais procuradas e assistidas atualmente, são as comédias românticas, a aposta dos seu criadores nesse segmento é muito grande mas se sabe que o público em geral, recebe muito bem. Grandes nomes dos mais conhecidos astros, conseguiram alcançar reconhecimento artístico graças as comédias. Fica assim muito claro que o homem sabe no seu íntimo que a necessidade de rir é importante e que, a leveza que uma boa comédia proporciona estará sempre em voga.

Apesar de saber que são inúmeras as comédias de sempre e, são tantas, que mesmo citando aqui algumas para melhor ilustrar o quanto é fascinante o gênero de comédias, que sem dúvida, não será possível citar todas e tantas comédias que são inesquecíveis e, sem a pretensão de citar por importância, já que todas tem a sua importâancia que é a de divertir e oferecer bons e memoráveis momentos, nos quais toda a equipe envolvida na criação e produção, compartilha conosco sua arte.

Dentre todo esse unverso das comédias de sempre, temos : Apertem o cinto, o piloto sumiu (1980), Tempos Modernos (1936), Quanto mais quente melhor (1959), O gordo e o magro, Banzé no oeste (1974), Se meu fusca falasse (1969).

A arte de fazer comédias foi perpetualizada pelo prazer que elas proprocionam, essa arte se estende a peças memoráveis em toda parte do mundo, nos filmes, sejam de curta ou longa duração, nos artistas anônimos nas praças proporcionado-nos o melhor, a arte de sorrir.


Sílvia Baptista

Título: As melhores comédias de sempre

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    13-09-2012 às 12:15:30

    rir é mesmo o melhor remédio e não há nada melhor que um boa comédia romântica, ao fim de um longo dia de cansaço. não conseguir perceber quem prefere um filme de terror a um filme de comédia. há uma diferença enorme entre rir e gritar. o último filme de comédia que vi foi The Best Exotic Marigold Hotel. conta a história de um hotel moribundo na Índia e os seus mais recentes hospedes.

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Comentários - As melhores comédias de sempre

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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