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Roberto Carlos – O Rei

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Biografias
Roberto Carlos – O Rei

Considerado “O Rei”, é um verdadeiro romântico, encantador e fascinante cantor e compositor Brasileiro, mas se foi inicialmente definido somente por 3 adjetivos, continue a ler, pois vai encontrar muitos mais que qualificam este extraordinário e apaixonante homem.

Nasceu no interior de Espirito Santo, mais propriamente em Cachoeiro de Itapemirim a 19 de abril de 1941. Desde cedo despertou interesse pela musica começando a tocar violão ainda pequeno. Filho de um relojoeiro e de uma costureira, Roberto Carlos nunca perdeu a oportunidade de demonstrar o amor e reconhecimento que sentia pelos pais (tal é provado por “Lady Laura” e “Meu Querido, meu velho, meu amigo” dedicados á mãe e ao pai).

Aos 6 anos de idade, Roberto Carlos sofreu um acidente de comboio que resultou na amputação de uma das pernas, mesmo abaixo do joelho. Usa desde essa altura uma prótese, assunto que evita a todo o custo.




Aos 6 anos participa numa emissão de rádio e é convidado para comparecer e cantar ao vivo todos os Domingos. Começa então uma carreira inigualável daquele que é até hoje considerado o grande líder do novo Rock Brasileiro.

Estudou no Conservatório e lançou-se na musica com o álbum “Splish Splash” em 1962 com hits como “Parei na Contramão”. Com o álbum “É Proibido Fumar” lança “O Calhambeque” e começa a arrecadar êxitos sucessivos e permanentes.

Conhece as mulheres como ninguém e compõe como se as conhecesse desde sempre e as entende-se quando tantos dizem ser impossível. Para todas as idades, Roberto Carlos é um verdadeiro encantador de corações e canta com paixão, com melancolia, com agrado, com amor…

Casou várias vezes e tem 4 filhos (Roberto Carlos Segundo e Luciana do primeiro casamento, Ana Paula foi aperfilhada, e Rafael Torres que Roberto Carlos descobriu como filho já ele era crescido e após teste de paternidade).

Autor de vários sucessos, encanta e fascina tudo e todos e interpreta de forma única, singular e intemporal êxitos como “Como vai você”, “Detalhes”, “Falando Sério” e “Fera Ferida”. Encanta com musicas com ritmo como “Verde e Amarelo” e “É Proibido Fumar”.

É um dos artista que mais apoiou a ditadura militar Brasileira (ocorrida entre 1964 e 1985) tendo até sido reconhecido em documentos oficiais do Ministério do Exercito.

Continua a encantar com êxitos e lança quase todos os anos um álbum que se torna imediatamente em campeão de vendas. Os seus discos venderam até á altura mais de 120 milhões de cópias incluindo gravações em Italiano, espanhol e Inglês.

O Rei continua a encantar e a cantar para alimentar o romantismo dos nossos corações.


Carla Horta

Título: Roberto Carlos – O Rei

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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