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Egas Moniz

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Biografias
Egas Moniz

António caetano de Abreu Freire Egaz Moniz nasceu na Beira Litoral a 29 de novembro de 1874, filho de uma família da nobreza. O seu nome, Egas Moniz, foi ideia do seu padrinho, pois a família descendia de Egas Moniz, um criado muito querido de D. Afonso Henriques. Aos cinco anos foi para casa do seu padrinho Caetano de Pina Resende Abreu Sá Freire, que era abade, para ser educado. A sua infância foi à moda antiga, com austeridade e rigor. Com os problemas económicos da família, o seu pai e o seu irmão foram obrigados a emigrar para Moçambique, onde faleceram sem conseguirem salvar a família. Fez a primária na Escola do Padre José Ramos e o liceu no Colégio de S. Fiel. Com 17 anos, entrou para a Universidade de Coimbra, para tirar o curso de Medicina. Acaba o curso aos 25 anos, a 31 de julho de 1899, com uma média de 16 valores. No ano seguinte fez provas para ser Doutor, aprovado com 17 valores. Em 1911 foi transferido para a Universidade de Lisboa e tornou-se catedrático de Neurologia. Abordou temas como a tabes juvenil, síndromo bulbar, abcessos cerebrais, síndromo talâmico, entre outros. Sabe-se que era um excelente orador muito apreciado pelos seus alunos.

A 28 de janeiro de 1908 participou na revolta para tirar o “ditador” João Franco do governo. Aderiu ao Republicanismo, e pertenceu à primeira Assembleia Constituinte e à primeira Câmara de Deputados. Em 1916 foi preso e um ano depois fundou o Partido Centrista, que teve pouca duração. Entrou no governo de Sidónio Pais como ministro dos Negócios Estrangeiros.

Com 74 anos escreveu uma obra que ficou para a História: Confidências de um investigador científico, com 622 páginas, com relatos de pesquisas e resultados. Egas Moniz teve um papel importante para ver as artérias do cérebro.

Em 1949 recebeu o Prémio Nobel. Um ano depois, foi fundado o Hospital Júlio de Matos, onde estava o Centro de Estudos de Egas Moniz. Mais tarde, em 1957, o Centro de Estudos foi para o Hospital Santa Maria.

Egas Moniz pereceu em Lisboa a 13 de dezembro de 1955.


Daniela Vicente

Título: Egas Moniz

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Secretária em vidro

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Mobiliário
Secretária em vidro\"Rua
A maior parte das casas tem um escritório para fazer os trabalhos relativos Á profissão ou outros. È uma divisão extremamente necessária para as pessoas se recolherem a trabalhar. Por isso o escritório deve ser um local com conforto e agradável. O ambiente torna-se extremamente importante para o recolhimento necessário e a concentração que certos trabalhos exigem. Se não se tiver no local de trabalho tem de construir-se em casa.

Em todas as profissões é útil ter uma secretária para colocar um computador portátil. Livros e outros acessórios. É uma peça de mobiliário que não se dispensa de forma nenhuma. Desde sempre que foi indispensável na escola, no escritório, na empresa. A sua funcionalidade é como a do computador que praticamente não se dispensa. Para onde se vá leva-se o computador portátil a servir de complemento.

No que diz respeito à secretária ela exige um bom material e design bonito. E de facto há secretárias muito belas desde o seu modelo ao material e design. Por exemplo uma secretária em vidro fica muito bem num escritório amplo de uma vivenda ou numa empresa particular bem decorada. Pode colocar-se também num pequeno escritório de um apartamento ou numa sala especial e decorada a gosto. Há quem prefira ter uma secretária num espaço pequeno especificamente para trabalho. Deste modo concentra-se mais nele e não pensa no que tem para fazer em casa. Ou seja, dá mais prioridade ao que eventualmente tenha que fazer numa secretária. Para além de ajudar a decorar e embelezar o espaço onde se coloca dá um certo ar de charme e gramou num ambiente. Se este for decorado com objectos bonitos de decoração e uma estante para livros dá um ar mais intelectual ao ambiente. Deste modo mais propício para o recolhimento.

Não é por acaso que muita gente prefere o seu escritório para passar as horas que dispõe no seu quotidiano ou fins – de - semana. É um local propício a pensar mais nos projectos, no trabalho e nos encargos da vida. Deste modo cada divisão da casa tem uma funcionalidade diferente e um ar distinto dos restantes.

Não quer dizer que uma secretária em vidro não fique adaptada noutro local que não seja para o trabalho de estudantes ou outros, ela pode ainda adaptar-se para embelezar ou harmonizar espaços que estejam por preencher numa casa maior ou outro local. Sem dúvida que a secretária em vidro não vai deixar mal nenhum espaço onde se coloque.

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Teresa Maria Batista Gil

Título:Secretária em vidro

Autor:Teresa Maria Gil(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    20-04-2014 às 15:52:38

    Fantástico texto! A Rua Direita agradece!

    ¬ Responder

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