Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Biografias > D. Manuel I, o Venturoso

D. Manuel I, o Venturoso

Categoria: Biografias
Visitas: 6
D. Manuel I, o Venturoso

D. Manuel, filho do infante D. Fernando (irmão de D. Afonso V), e de D. Beatriz, nasceu em Alcochete a 31 de Maio de 1469. Foi aclamado rei em Alcácer do Sal, local onde se encontrava quando D. João II morreu no Algarve a 25 de Outubro de 1495. Não tendo sido jurado herdeiro do trono em cortes, tratou de as convocar para Montemor-o-Novo. O seu cognome ficou O Venturoso, devido às suas expedições em "mundos" por descobrir.

Em 1497, um ano depois de assinado o contrato de casamento em Burgos, D. Manuel casou em Castela com a infanta D. Isabel, a viúva do infante D. Afonso (filho de D. João II).

Com a morte do príncipe João no mesmo ano, D. Isabel foi elevada a herdeira natural dos tronos de Castela e Aragão, um estatuto muito apreciado pelo monarca português. Todavia, Isabel morreu ao dar à luz D. Miguel da Paz em 1498 e, dois anos mais tarde, em 1500, o herdeiro dos tronos peninsulares também faleceu.

Nesse mesmo ano, D. Manuel contraiu o segundo matrimónio com a infanta D. Maria, irmã da falecida rainha portuguesa, e a 6 de Junho de 1502, nasceu o herdeiro da coroa portuguesa, dando início ao nascimento de uma numerosa prole, que deixou o monarca desafogado até 1517, data em que D. Maria de Castela faleceu de causas naturais.

O futuro D. João III nasceu a 7 de Junho de 1502, nos Paços da Alcáçova, sete anos depois de D. Manuel ter subido ao trono português. Após o nascimento do príncipe, e em paz com a sorte que Deus lhe tinha concedido, o monarca empreendeu uma viagem a Santiago de Compostela.

No ano seguinte à morte da rainha D. Maria, a 24 de Novembro de 1518, o monarca consagrou o terceiro e último casamento com D. Leonor, irmã de Carlos V, aumentando o seu número de herdeiros em três anos de casamento. Contudo, consta-se que D. Leonor de Áustria estava prometida ao seu filho, o príncipe D. João.

D. Manuel viria a falecer a 13 de Dezembro de 1521, com 52 anos, vítima da epidemia.


Daniela Vicente

Título: D. Manuel I, o Venturoso

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

Visitas: 6

762 

Comentários - D. Manuel I, o Venturoso

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Martelos e marrettas

Ler próximo texto...

Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

Pesquisar mais textos:

Rua Direita

Título:Martelos e marrettas

Autor:Rua Direita(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios