Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Biografias > D. João II, o Príncipe Perfeito

D. João II, o Príncipe Perfeito

Categoria: Biografias
D. João II, o Príncipe Perfeito

D. João II, filho de D. Afonso V e D. Isabel, nasceu a 3 de Março de 1455, em Lisboa. Ficou cognominado o Príncipe Perfeito.

Com 16 anos, a 2 de Janeiro de 1471, D. João casou com D. Leonor, sua prima, filha do infante D. Fernando, duque de Viseu e de D. Beatriz.

Desde muito cedo, D. João II assume o governo ao rei devido às muitas ausências do pai,que procurava novas conquistas territoriais. Em 1481, com a morte de D. Afonso V, D. João II assume oficialmente o cargo, subindo ao trono português. O seu reinado ficou marcado pelos cortes relacionais com os nobres, nomeadamente, com as grandes casas senhoriais: a de Bragança e a de Viseu. O monarca manda matar o terceiro duque de Bragança, D. Fernando, e em Agosto de 1484, sabendo das conspirações que circulavam, matou D. Diogo, duque de Viseu, irmão de D. Leonor, seu cunhado, em Palmela. Os bens destas famílias foram confiscados pela Coroa. Com as casas senhoriais cada vez mais fracas, D. Manuel ficou mais perto do trono.

A 18 de Julho de 1475, nasceu o príncipe D. Afonso. Aos quinze anos, em 1490, em évora, D. Afonso casou com a infanta Isabel, filha dos Reis Católicos, cinco anos mais velha (D. Isabel viria a casar com D. Manuel, o rei Venturoso, que seguiu a D. João II). A união ibérica era muito importante.

Porém, a 11 de Julho de 1491, D, Afonso morreu numa queda de cavalo na capital lusitana. Com a morte do único varão legítimo, D. João II viu-se sem descendência directa, o que fez com que sugerisse o seu filho ilegítimo, D. Jorge, para lhe suceder no trono. Não seria difícil legitimar D. Jorge com um acordo papal, mas D. Leonor não o permitiu, sugerindo o seu irmão, D. Manuel, duque de Beja, para lhe suceder.

D. João II faleceu a 25 de Outubro de 1495, em Alvor, vítima de longa doença. Jaz no Mosteiro da Batalha, para onde foi trasladado por ordem de D. Manuel. Também o seu pai, D. Afonso V foi sepultado neste centro religioso símbolo da Dinastia de Avis.


Daniela Vicente

Título: D. João II, o Príncipe Perfeito

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

Visitas: 0

643 

Comentários - D. João II, o Príncipe Perfeito

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Pulp Fiction: 20 anos depois

Ler próximo texto...

Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

Pesquisar mais textos:

Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios