Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Arte > O início do Renascimento em Itália

O início do Renascimento em Itália

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
Visitas: 10
O início do Renascimento em Itália

Madonna da Santíssima Trindade, Cimabue, de inspiração bizantina, é uma obra que mostra Nossa Senhora entronizada com o menino. O trono tem pedras preciosas embutidas. Ao seu redor estão uma série de anjos. Em baixo, vemos os profetas do Antigo Testamento.
Madonna de Rucellai, Duccio di Buonsinsegna, é uma obra um pouco mais gótica do qua a anterior. Vemos Nossa Senhora entronizada no trono com o menino ao colo. Também está tem anjos a rodear o trono.

A Madonna de Todos-os-Santos, de Giotto, é o ponto alto desta série de Madonna’s. Nossa Senhora está entronizada com o menino ao colo rodeada pelos apóstolos e dois anjos com asas coloridas.

A Coroação da Virgem, de Lorenzo Monaco, é mais uma interpretação da coroação da Virgem. Desta, a Virgem é coroada por Cristo. Esta cerimónia é assistida por várias personagens, como santos e anjos. O fundo é dourado e simboliza o paraíso. Na predela estão pequenas cenas e nas cúspides três entidades.

Adoração dos Magos, Gentile da Fabriano, uma obra encomendada por Palla Strozzi, com o objectivo de figurar na capela da família na igreja da Santíssima Trindade. O encomendador está na composição, usando nas suas vestes ouro e pedras preciosas. A sumptuosidade reina nesta pintura. Um desfile de cavaleiros e servos atravessam castelos para vir ver Jesus e prestar obediência. O auge da acção está no primeiro plano, onde um rei ajoelhado beija os pés do Menino Jesus. Este encontra-se ao colo da sua mãe, ao lado do seu pai, José.

Madonna da Humildade, Masolino, é uma obra muito ternurenta. Nossa Senhora amamenta o Menino, que segura o seio da Virgem. As cores predominantes das suas vestes são sempre as mesmas: azul e vermelho.

A Coroação da Virgem, de Beato Angelico, é uma obra que retrata Cristo a coroar a Virgem no Paraíso (fundo dourado). Uma série de santos e anjos assistem a cerimónia. Em baixo da ena principal, vemos nuvens cinzentas.

Santa Ana Metterza, de Masaccio e Masolino, 1424-25,é uma obra onde a Santa Ana está com a Nossa Senhora e o Menino. A ladear o trono estão cinco anjos, onde três deles seguram um cortinado vermelho.


Daniela Vicente

Título: O início do Renascimento em Itália

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

Visitas: 10

791 

Comentários - O início do Renascimento em Itália

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios