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Móbiles: uma arte fácil e encantadora

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
Visitas: 343
Comentários: 10
Móbiles: uma arte fácil e encantadora

Os móbiles são esculturas em movimento, belas nas formas e passíveis de várias interpretações. Podem ser utilizadas em qualquer ambiente e de formatos e coloridos variados. Chamam a atenção não só pela beleza, mas pelo prazer que proporcionam. Os móbiles garantem tranquilidade, promovem momentos de concentração, além de embelezarem os ambientes em que se encontram. São objetos de decoração bastante utilizados especialmente em quartos de bebês, mas devem ser explorados também para outros ambientes.

O criador do móbile foi Alexander Calder, um artista plástico norte-americano. Desde sua infância já criava seus próprios brinquedos. Suas primeiras esculturas foram produzidas em arames. Ao longo de sua vida criou os stabiles, estruturas fixas e os móbiles, estruturas em movimento. Inicialmente eram discos unidos por um fio que se movimentavam quando em contato com o vento.

Os móbiles evoluíram e hoje tomam diversas formas. Alguns são quase objetos arquitetônicos devido ao material com que são feitos e ao design com que são concebidos. Outros seguem a linha artesanal, utilizando-se de patchwork, miçangas e fios coloridos para dar tons, brilhos e o elemento rústico nos móbiles. Essas esculturas são feitas tanto nas escolas pelas crianças envolvendo arte e educação, quanto por artesãos e arquitetos. Alguns decoradores incorporam a arte as suas produções. Também tem os famosos móbiles para bebês compostos de bichinhos que rodam e de músicas que encantam ou hipnotizam. Não existem crianças que não tenham contato com este tipo de decoração-brinquedo. Esses são industriais. Mas eles podem ser feitos artesanalmente e nesse caso o fator “único” é bastante significativo.

Os móbiles caseiros são fáceis e baratos de fazer. Para confecioná-los é preciso criatividade na composição e no aproveitamento de materiais. Eles podem ser feitos com materiais recicláveis, brinquedos, papeis, dobraduras, entre inúmeras outras possibilidades. Podem ser construídos em uma única linha reta, dispondo verticalmente os objetos que farão a composição do móbile. Podem também ser estruturados espiralmente. Ainda há a possibilidade de se fazer várias linhas verticais em uma única base.

Os móbiles normalmente se caracterizam pelas formas harmônicas e a sensação de leveza que dão. São composições artísticas suspensas, em que o elemento equilíbrio é bastante importante para sua sustentação. Os móbiles então são peças de artes que imprimem uma ideia de liberdade fascinante. Eles transformam os ambientes que ocupam, podendo até mesmo substituir um móvel. A arte da decoração é transformar os locais, não necessariamente com a inclusão de mobiliários. Por vezes, objetos de arte preenchem espaços eficazmente. Os móbiles podem ocupar paredes, cantos, tetos, centros de cama ou mesa de apoio. Basta que se use o bom senso e a finalidade do móbile que é poder estar em movimento.

Para criar móbiles, é preciso internalizar que as construções estão nas ideias de cada pessoa. Muitos móbiles estão impregnados de histórias pessoais, recheados de crenças e propostas de renovação. O fato é que se constituem, sejam eles como forem apresentados, num ótimo presente para se dar a quem se gosta ou uma excelente opção para decorar e até personalizar o ambiente em que se vive.



Rosana Fernandes

Título: Móbiles: uma arte fácil e encantadora

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

Visitas: 343

763 

Imagem por: mommawants1more

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Comentários     ( 10 )    recentes

  • SophiaSophia

    22-04-2014 às 16:13:19

    Não conhecia esses móbiles, mas ao ler seu texto pude ver o quão bom ele é. A Rua Direita agradece a escrita, obrigada!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãobruna

    11-04-2013 às 10:56:20

    adorei a reportagem e me interessei mais ainda pelo fascinio dos mobiles.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãomateus fernandes

    10-09-2014 às 23:55:55

    bom né

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãojoao

    19-01-2013 às 13:13:41

    essa pagina me ajudou muito a faer um trabalho da escola!
    obrigado =)

    ¬ Responder
  • dandara

    15-10-2013 às 18:20:51

    tanbem me ajudou a faser o trabalho de escola que valeu 10, muito interesante esse trabalho gostei muito de verdade dos mobiles

    ¬ Responder
  • taynarataynara

    31-01-2012 às 17:28:29

    ee msm nossa pooq vc nao deixou mas facil pra nois fazeer kkk

    ¬ Responder
  • andreiaandreia

    20-11-2011 às 13:43:28

    muito legal mas dificil de fazer*-*

    ¬ Responder
  • ambrosioambrosio

    10-05-2011 às 11:58:52

    Es muito fofi

    ¬ Responder
  • emillyemilly

    04-03-2011 às 22:56:20

    super legal!ADOREI

    ¬ Responder
  • Eliane VarejãoEliane Varejão

    18-07-2010 às 21:15:49

    Sou facinada por móbiles desde criança,e faço móbiles reciclados grandes de vários modelos e gostei muito da reportagem.parabens!!

    ¬ Responder

Comentários - Móbiles: uma arte fácil e encantadora

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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