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Arte etrusca

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Arte
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Arte etrusca

A arte etrusca surgiu na Península Ibérica por volta de 1000 a.C. Os antigos etruscos foram marinheiros e mercadores experientes e a sua fortuna assentava na exploração de jazidas de cobre, ferro e prata.

Os etruscos começaram a enterrar os seus mortos em agrupamentos familiares por volta VII a.C. Com o passar do tempo, os túmulos das famílias ricas adquiriram características monumentais. Eram escavados na rocha vulcânica local e continham objectos funerários magníficos. Alguns apresentavam pinturas murais de cores vivas e brilhantes. Também revelaram figuras reclinadas sobre o sarcófago. Por exemplo, o sarcófago de Cerveteri. Estes convidam a entrar. As figuras estão serenas e têm os olhos alongados. Tem o sorriso típico etrusco. Também existe a representação de casais enlaçados na tampa do sarcófago.

Na arquitectura, reconstruiu-se o templo etrusco bastante próximo do grego. Tem colunas toscanas, um tímpano, um telhado de 2 águas, uma naos e uma pronaos. No telhado a decoração compõe-se com acroteros, figuras de culto da divindade.

Na escultura, os etruscos embelezaram os seus templos com figuras decorativas em terracota. Por exemplo, Apolo, de Veios, datada de 510 a.C, em terracota. Importaram o deus grego pelos romanos e mantiveram o seu nome. O sorriso mantem-se etrusco, pois é um sorriso muito próprio (o sarcófago de Cerveteri é, de facto, o mais conhecido pela história da arte). É típico. O penteado é feito de tranças. Os panejamentos têm aqueles lindos drapeados. A bainha é ondulada a que os romanos chamavam toga. Os olhos são alongados e o corpo é bem constituído, musculado e estruturado.

A pintura etrusca é uma pintura contextualizada na cultura etrusca. É uma pintura transportada dos túmulos, logos os temas estão relacionados com este mundo, o universo dos mortos. Nota-se influências dos seus vizinhos, ou seja, o mundo cretense e o mundo egípcio. Tal como os egípcios, acreditam numa vida feliz para além da morte. Os túmulos de Tarquínio são uma grande fonte inspiração para a pintura etrusca. São um marco! Os temas, habitualmente. São a caça, as cenas de banquete, a música e a dança, as cenas de luta, as cenas mitológicas, entre outros.


Daniela Vicente

Título: Arte etrusca

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

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