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Dicas para viajar com o seu cão

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Animais Estimação
Comentários: 2
Dicas para viajar com o seu cão

As férias são um tempo de relaxamento por excelência, geralmente ansiado por todos; todos exceto, em muitos casos, os cães, que vão para um canil, a casa de um familiar, ficam sozinhos ou são abandonados na rua.

Todavia, em muitos lares, os fiéis amigos de quatro patas fazem parte da “família” e acompanham os donos para onde quer que estes vão. Desde, é claro, que haja permissão e condições para os receber. E é isso que importa confirmar antes que tudo, não vá você instalar o seu cão num hotel onde não são permitidos animais, nem instalar-se noutro onde o acesso vedado é… aos donos! As surpresas a este nível nunca são bem-vindas.

Se a viagem se processar de carro, é do máximo interesse consultar o veterinário, a fim de se munir de algum medicamento contra o enjoo, para evitar que o aroma ambiente da viatura seja a vomitado de cão!... Paralelamente, é de evitar dar comida ao bicho nas duas horas que precedem o início da jornada. O cão deve estar preso no banco de trás, para não atrapalhar o condutor ou, no caso de ser de pequeno porte, não se enfiar debaixo dos pedais (travar no cão em vez de no travão não tem a mesma eficácia…). Em qualquer dos casos, é aconselhável que o bicho esteja visível pelo retrovisor e, mesmo preso, os vidros do automóvel não devem estar totalmente abertos, para desencorajar qualquer impulso de se atirar janela fora em andamento. Em acréscimo, há que levar o cão a fazer chichi antes de entrar para o carro e seria útil parar de duas em duas horas para esticar as pernas e as patas, respetivamente, e dar resposta a outras necessidades de carácter fisiológico.

Se, por outro lado, a viagem for de avião, é necessário antecipar a reserva do animal, pois as vagas costumam ser limitadas. Um atestado de saúde e/ou comprovativo de vacinação (conforme os países) pode(m) ser solicitado(s). Seria bom verificar se a companhia aérea escolhida tem por norma dar sedativos aos cães para os tranquilizar e, em caso afirmativo, ensaiar com o veterinário a reação do seu animal ao produto, porque acontece que alguns bichos reagem em sentido contrário, ficando elétricos e mais acelerados. É importante que o cão, viajando em caixa de transporte, consiga ficar de pé e dar uma volta dentro dela.

Muitas pessoas, ao levar os seus cães em viagem, pensam em não transportar nada deles e comprar tudo in loco. Asneira. Tal como nós, eles precisam de objetos e cheiros familiares para se sentirem seguros num lugar estranho. Alguns brinquedos apreciados pelo cão, a cama ou manta e o osso preferido devem integrar a mala de viagem do canino. Desta forma, será mais fácil para ele familiarizar-se com o local. Ah! E é de toda a conveniência levar também a ração a que ele está habituado, para prevenir desconfortos intestinais… Boa viagem!


Maria Bijóias

Título: Dicas para viajar com o seu cão

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Imagem por: mikebaird

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    16-06-2014 às 19:18:19

    Os cães precisam viajar com seus donos. Mesmo que seja tão difícil como a questão de deslocamento, mas é possível fazer um esforço.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãobia pires

    28-10-2009 às 13:13:43

    a-do-ro muiiito essas materias sobre nossos bichos de cada dia.estou aprendendo muito com elas obrigada.

    ¬ Responder

Comentários - Dicas para viajar com o seu cão

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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