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Substitua o feijão sem prejudicar a saúde

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
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Comentários: 4
Substitua o feijão sem prejudicar a saúde

O feijão tem um cheirinho tipicamente brasileiro, quem vai morar em outro País, relata que, nos momentos de saudade, o cheiro do feijão faz falta. Há até quem sonhe com o vapor da panela de pressão tomando o cheiro por toda a casa. Mas, para muita gente, incluir os grãos na dieta é um suplício. Deixar de comer feijão não é um problema, desde que ele seja substituído por outros alimentos da família das leguminosas, afirma as nutricionistas. Lentilha, vagem, ervilha, soja e grão-de-bico são opções para variar o cardápio sem perder nutrientes como proteínas, ferro, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas principalmente do complexo B, os carboidratos e fibras.

Basta uma porção diária da sua favorita. Trocar os grãos pelo caldo também não é um mau negócio.

O caldo é opção nutritiva para comer à noite sem ameaçar o sono, Isso porque a água em que o feijão foi cozido concentra parte das vitaminas que são liberadas durante o cozimento, além de altos teores de fósforo, potássio, magnésio e enxofre.

Saborear o caldo ainda é uma boa idéia. Para quem gosta de um jantar reforçado, porém a casca do feijão é que mantém os nutrientes. Devido à alta quantidade de fibras que o feijão fornece, há quem sinta um desconforto abdominal ao incluir o grão nas refeições próximas à hora de dormir, afirma os nutricionistas. O feijão também deve ser evitado à noite se você deseja emagrecer.

A alternativa para quem deseja perder peso é o chamado feijão verde, típico do Nordeste. Ele tem menos proteínas e também menos calorias do que o mulatinho e o preto, mais tradicionais nas outras regiões do País. Mas essa mesma quantidade de fibras tem muitos efeitos positivos para a saúde.

Há diminuição do risco de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e colesterol e, pela presença do ferro, o consumo de feijão ainda pode ajudar na prevenção e tratamento da anemia. Além disso, ele é constituído por substâncias antioxidantes, que previnem diversas doenças como o câncer e retardam o envelhecimento, afirma os nutricionistas.

A proteína do feijão é de origem vegetal e, por isso, que é bastante recomendada na dieta vegetariana em substituição às carnes. E nos países onde não há feijão, o feijão é substituído, na África Ocidental e na Índia, por uma leguminosa chamada guandu. Soja e lentilha são outras que substitui. Já os outros países da América do Norte como o México preferem enriquecer a dieta com grão-de-bico também é bastante consumido na Espanha e em Portugal.


Waldiney Melo

Título: Substitua o feijão sem prejudicar a saúde

Autor: Waldiney (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoFelipe

    28-09-2014 às 15:55:22

    Ótimas dicas!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    15-06-2014 às 21:12:14

    Adoro feijão preto e vou aprender a fazer para comer todos os dias. O feijão contém ferro, que faz muito bem para a nossa saúde. O consumo de feijão deve ser diário.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • GracieleGraciele

    24-02-2012 às 14:58:25

    Eu adorava feijão,mas quando fiquei gravida senti nojo de comer e mesmo depois que ganhei minha filha não consegui voltar a comer.O pior que acabei passando isso para minha filha como eu não consigo comer tambem não conseguia dar o feijão para ela agora ela já esta com 4 anos e não como de jeito nenhum.Sinto que meu organismo mudou muito estou com queda de cabelo,meu intestino esta lento.Qual alimento posso substituir?

    ¬ Responder
  • viviane ribeiro de souzaviviane ribeiro de souza

    12-11-2009 às 18:45:34

    É verdade que, quem tem prisão de ventre deve evitar consumir o feijão?
    Parabéns pelo site muito esclarecedor.
    Aguardo respostas, desde já agradeço.

    ¬ Responder

Comentários - Substitua o feijão sem prejudicar a saúde

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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