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Conservar Alimentos

Categoria: Alimentação
Conservar Alimentos

As técnicas de transformação e conservação de legumes e fruta podem ser uma forma de aproveitar o excesso de produção de alimentos, caso se cultive terras, ou uma forma de ter à disposição vegetais e fruta fora do seu período normal de maturação. Conservar significa bloquear o processo de degradação dos alimentos. Isso consegue-se através de diferentes processos:

- Utilizando ingredientes conservantes: água salgada, açucar, vinagre, sal, etc.
- Através da cozedura.
- Através da esterilização.
- Através da secagem.
- Etc.

As panelas a utilizar para cozinhar os vegetais e a fruta devem ser de aço inoxidável, porque na utilização de certos metais, como o alumínio, os ingredientes ácidos (principalmente o vinagre) podem desencadear reações químicas prejudiciais. Mas, são outros os utensílios necessários:

- Coadores de diferentes tamanhos
- Passador
- Jarro graduado
- Colheres de vários tipos
- Funil de boca larga
- Tábuas de cortar
- Facas
- Balança
- Recipientes de plástico como bacias, alguidares, etc
- Misturadora
- Centrifugadora

O vidro é o melhor material para se fazer conservas de fruta e legumes. Pois é higiénico, resistente aos micróbios no exterior, permite verificar se o produto sofreu eventuais alterações e não transmite odores nem sabor aos produtos.
É importante escolher os recipientes com a medida certa, para que, uma vez abertos, o conteúdo possa ser consumido o mais rápido possível, evitando que se deteorem em contacto com o ar. Em todo o caso, os recipientes depois de abertos devem ser conservados no frigorífico.
Os frascos e as tampas devem ser cuidadosamente lavados e limpos antes de serem utilizados. É aconselhado que sejam esterilizados em água com algumas gotas de limão ou vinagre, durante aproximadamente dez minutos, retirando eventuais partes de borracha. Posteriormente, devem ser cuidadosamente secos para que, no interior, não fique humidade que poderá fomentar o processo de fermentação e a criação de bolores. Para isso, deve-se deixa-los secar completamente ao ar ou colocá-los durante algum tempo dentro do forno morno. Caso haja vedações de borracha, estas devem ser passadas por água fria abundante, depois imersas em água morna e secas.

Conselho: Os recipientes de boca larga são aconselhados, de modo a que se possa colocar os alimentos no interior de forma mais rápida.

O local onde se deve guardar os frascos e garrafas deve garantir as condições ideais, tendo que ser suficientemente fresco, ventilado, seco e escuro.
É indispensável que sejam colocados rótulos que permitam identificar o produto e a data em que o legume ou fruta foi colocada em conserva.


Cristina Sousa

Título: Conservar Alimentos

Autor: Cristina Sousa (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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