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Aprenda a poupar na cozinha

Categoria: Alimentação
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Aprenda a poupar na cozinha

Numa altura em que, tanto o fundo orçamental, como o tempo escasseiam, urge encontrar formas de os poupar, sem, contudo, beliscar a qualidade ou o sabor dos pratos que se preparam.

Assim, por exemplo, levando farinha maizena ao lume com um pouco de água, consegue substituir-se o ovo batido nos panados. Basta passar os bifes, o frango, o peixe, ou o que for, pelo creme formado e pela farinha e fritar. Obtém-se um óptimo paladar a baixo custo. A maizena pode também ser utilizada para polvilhar, juntamente com açúcar, as formas de tarte, antes de receberem a massa, a fim de que esta fique seca e crocante. A maizena encontra ainda utilização nas sobras de puré de batata, a que se acrescente um ovo e um bocadinho de queijo ralado, para dar a consistência necessária para a modelagem de croquetes ou pastéis. Envolvendo-os nesta farinha antes de fritar em óleo abundante, ficarão com a casca estaladiça e macios por dentro. A propósito, para evitar os espirros de gordura que a fritura implica, salpica-se sal no fundo da frigideira antes de lá colocar os alimentos ou a gordura.

No que respeita às frutas, devem preferir-se as da época. No Verão, as saladas de fruta apetecem de forma especial e sabem muito bem. Quando se temperam, acrescentando algumas gotas de limão consegue-se que a fruta não escureça, e o gosto é realçado.

Nos tempos que correm, há muita gente a optar por fazer pão em casa. Economiza-se bastante (comprado, o pão fica cerca de treze vezes mais caro). Não obstante, e dada a falta de prática, não é fácil saber quando é que a massa já está levedada. Um truque simples é enfiar o dedo indicador até que fique completamente submerso na massa. Se um ou dois minutos depois de o retirar se mantiver o buraco produzido pelo dedo é sinal de que o período de fermentação já acabou.

Na feitura de bolos, cuja receita recomende adicionar alternadamente ingredientes líquidos e sólidos, deve iniciar-se e terminar-se com a farinha, se pretender maior leveza. Paralelamente, há que ter em atenção que as medidas dos líquidos não precisam de se encher até mesmo ao cimo, mas as de farinha sim.

Para remover o excesso de sal (tão prejudicial à saúde) da sopa, acrescenta-se uma ou duas batatas (dependendo da desmesura), convenientemente descascadas e cortadas aos quartos. As batatas irão absorver algum desse sal. E, ao debulhar as cebolas, que tantos benefícios aportam ao coração e tornam o caldo da sopa tão cremoso, não é forçoso chorar. Basta ir passando a faca por água corrente.

Mais corrente ficará, com certeza, a carteira de quem apele a determinados artifícios e à imaginação no combate ao desperdício.



Maria Bijóias

Título: Aprenda a poupar na cozinha

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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